Em 1942, em Berlim, o jovem artista gráfico judeu Cioma Schönhaus adota a identidade de um oficial da marinha alemã. Ele se junta a uma rede de salvadores clandestinos e se torna famoso por suas identidades falsas.
Achei interessante sob o ponto de vista histórico, e também pela perspectiva menos comum sobre filmes dessa temática, com uma narrativa que acabou focando mais na “arte de sobreviver” e menos no combate, evitando o espetáculo da violência explícita e apostando mais na tensão e no paradoxo entre invisibilidade e exposição: estar “à vista” como forma de esconder-se.
A ambientação e os detalhes visuais foram outro ponto a ser considerado.
Não é um primor, mas acaba valendo como um documentário.
Não sei por que esse personagem ganhou uma cinebiografia. Seus atos não são feitos com intenção moral e a sorte o ajuda mais do que qualquer talento (vide o filme Os Falsificadores, de 2007, esse sim interessante). Além disso, o Louis Hofmann parece que não limpa as unhas desde 2017, na primeira temporada de Dark. Na verdade, o ator que pareceu tão à vontade no papel de Jonas, não parece ter tantos recursos artísticos para trabalhos mais elaborados. A ver nossas apresentações.
Uma biografia que poderia ser interessante, mas acaba sendo uma história lenta e chata. Louis Hofmann parece estar no automático. A única coisa que me conquistou é o sorriso debochado que ele faz constantemente.
Achei interessante sob o ponto de vista histórico, e também pela perspectiva menos comum sobre filmes dessa temática, com uma narrativa que acabou focando mais na “arte de sobreviver” e menos no combate, evitando o espetáculo da violência explícita e apostando mais na tensão e no paradoxo entre invisibilidade e exposição: estar “à vista” como forma de esconder-se.
A ambientação e os detalhes visuais foram outro ponto a ser considerado.
Não é um primor, mas acaba valendo como um documentário.
Não sei se foi assim, mas o protagonista foi muito inconsequente!
A história por si só é muito interessante! Mas o filme é lento e chato...
Não sei por que esse personagem ganhou uma cinebiografia. Seus atos não são feitos com intenção moral e a sorte o ajuda mais do que qualquer talento (vide o filme Os Falsificadores, de 2007, esse sim interessante). Além disso, o Louis Hofmann parece que não limpa as unhas desde 2017, na primeira temporada de Dark. Na verdade, o ator que pareceu tão à vontade no papel de Jonas, não parece ter tantos recursos artísticos para trabalhos mais elaborados. A ver nossas apresentações.
Uma biografia que poderia ser interessante, mas acaba sendo uma história lenta e chata. Louis Hofmann parece estar no automático. A única coisa que me conquistou é o sorriso debochado que ele faz constantemente.