(...) é de se admirar que o meu primeiro contato com o Fantasma da Ópera, tenha sido justamente pela versão televisiva de 1983 (...), um curioso ponto fora da curva nessa tradição torta das adaptações do clássico de Gaston Leroux. Não no que se refere ao enredo. (...) Mas sim no caráter. Essa é uma versão que nunca esquece, e nem nos deixa esquecer, que as ações de Erik (ou, no caso, Sándor Korvin) são assustadores e doentias em princípio, independente das tragédias que o vitimaram, ou do quanto ele se considera justificado. É um filme sujo, escuro, pesado, sem nada daquela grandiloquência em tecnicolor que tanto caracterizou as adaptações do fantasma dos anos 40 até aquele momento (...). Acima de tudo, Robert Markowitz, e o roteirista Sherman Yellen, resgatam aquela qualidade de Grand Guignol, presente tanto no romance de Leroux, quando na versão de Lon Chaney em 1925. Esse não é um romance gótico, nem mesmo um melodrama mórbido. É um filme de horror! E isso faz toda a diferença. (...)
Artigo completo: "Resgatando o caráter do Fantasma da Ópera" no Reminiscências de um Lorde Velho: https://lordevelho.blogspot.com/2025/01/The-Phantom-of-the-Opera-1983.html
Vi esta versão televisiva de O FANTASMA DA OPERA, na busca dos inúmeros filmes que o cinema já produziu. O apelo de audiência aqui, é a Jane Seymour, atriz muito popular na época, por causa do romance espírita, Em Algum Lugar do Passado, filme muito popular aqui no Brasil. E completando o elenco, as presenças de Maximilian Schell e Michael York. A versão é bem para TV o que limita a produção. Certamente, está longe de ser o melhor filme de O Fantasma da Opera, mas é bom entretenimento.
Pra mim é a pior versão do Fantasma. Furos e mais furos. Personagens mal desenvolvidos. Só pegaram as versões mais famosas do cinema e deram uma remodelada bem preguiçosa.
(...) é de se admirar que o meu primeiro contato com o Fantasma da Ópera, tenha sido justamente pela versão televisiva de 1983 (...), um curioso ponto fora da curva nessa tradição torta das adaptações do clássico de Gaston Leroux. Não no que se refere ao enredo. (...) Mas sim no caráter. Essa é uma versão que nunca esquece, e nem nos deixa esquecer, que as ações de Erik (ou, no caso, Sándor Korvin) são assustadores e doentias em princípio, independente das tragédias que o vitimaram, ou do quanto ele se considera justificado. É um filme sujo, escuro, pesado, sem nada daquela grandiloquência em tecnicolor que tanto caracterizou as adaptações do fantasma dos anos 40 até aquele momento (...). Acima de tudo, Robert Markowitz, e o roteirista Sherman Yellen, resgatam aquela qualidade de Grand Guignol, presente tanto no romance de Leroux, quando na versão de Lon Chaney em 1925. Esse não é um romance gótico, nem mesmo um melodrama mórbido. É um filme de horror! E isso faz toda a diferença. (...)
Artigo completo: "Resgatando o caráter do Fantasma da Ópera" no Reminiscências de um Lorde Velho: https://lordevelho.blogspot.com/2025/01/The-Phantom-of-the-Opera-1983.html
Vi esta versão televisiva de O FANTASMA DA OPERA, na busca dos inúmeros filmes que o cinema já produziu. O apelo de audiência aqui, é a Jane Seymour, atriz muito popular na época, por causa do romance espírita, Em Algum Lugar do Passado, filme muito popular aqui no Brasil. E completando o elenco, as presenças de Maximilian Schell e Michael York. A versão é bem para TV o que limita a produção. Certamente, está longe de ser o melhor filme de O Fantasma da Opera, mas é bom entretenimento.
Pra mim é a pior versão do Fantasma. Furos e mais furos. Personagens mal desenvolvidos.
Só pegaram as versões mais famosas do cinema e deram uma remodelada bem preguiçosa.
E o pior: a sonsa da Maria não morreu. Devolvam a minha Christine!!
:(
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Equipe Filmow.comMuito boa essa versão!! Só perde para a do Charles Dance.