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Data de lançamento
6 Set. 1925Duração
Adaptação para o cinema mudo do romance de Gaston Leroux. Erik, um compositor desfigurado em seu rosto, que vive nos subsolos de um grande teatro em Paris, apaixona-se por uma jovem cantora de ópera e a convence a desistir de seu par, sequestrando-a em seus aposentos.
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Cem anos de um clássico que atravessou gerações e influenciou toda uma horda cinematográfica do terror e, sobretudo, do jogo de sombras e maquiagem. E com méritos! Baseado no romance homônimo (1910) de Gaston Leroux, o filme trafega pela tragicidade e é carregado pela bela atuação de Lon Chaney, o mestre das caracterizações dos descaracterizados. Ainda numa era silenciosa do cinema, seus trejeitos são tão expressivos que nem carecem da teatralidade necessária à época. Além de ser um interessante estudo de personagem, como a linha tênue entre a erudição e a insanidade de um homem extremamente inteligente mas sufocado pela feiura criadora de tal monstro. Recheada de momentos primorosos sob uma história relativamente simples, é uma obra que vale o quanto pesa, perfeita para a iniciação dos espectadores que acham chato o cinema mudo.
Visto musicado ao vivo
- a mulher idolatrava o cara e chamava de mestre, passou a detestar ele só porque era feio, o pobre
- piadas a parte, é um papel muito interessante, e ele era sim malvado e mau carater
- tá é doido o publico voltar depois que o candelabro cai
Há varias obras que já foram transcritas para o Cinema várias vezes, em gerações separadas por décadas. Eu não sei se essa versão de 1925 é a primeira a ser filmada, provavelmente sim, e conta com produção primorosa e atuações que conseguem reduzir a espalhafatosa movimentação dos filmes de terror do Cinema Mudo. Tem uma curiosa inserção cômica, que eu idem não sei se está no livro.
Imagino que ver esse filme na sala Escura do Cinema, Deve ter sido uma experiência Inesquecível, O Carisma de Lon Chaney Ajjudou e muito na Tarefa!.