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Son of Godzilla - Estados Unidos da América
Sinopse
Em uma ilha tropical, cientistas estão conduzindo experimentos meteorológicos e encontram louva-a-deuses gigantescos e uma aranha gigante que estão atacando o filho de Godzilla, que chega para defender a sua prole.
Tirando aquela bizarrice que os americanos fizeram com o primeiro filme da franquia, esse aqui é o mais fraco, visual do filho do Godzilla é muito feio e a história tbm não é boa, nem as batalhas contra os Louva-deuses e a aranha gigantes.
‘O Filho de Godzilla’ foi passo definitivo da franquia em direção ao público infantil na Era Shōwa
Estruturada como uma comédia familiar, 'O Filho de Godzilla', produção dirigida por Jun Fukuda, é um ponto muito distante da seriedade trágica do longa inaugural da franquia iniciada em 1954.
O Filho de Godzilla (1967) foi lançado num momento em que a franquia mais famosa da Toho dava claros sinais de cansaço. Ebirah, o Terror dos Abismos (1966) não empolgou o público japonês e parecia repetitivo aos temas e imagens da série. Segundo relatos de bastidores, o roteirista Shinichi Sekizawa chegou a afirmar que as ideias para novos monstros tinham acabado.
Com base nisso, o produtor Tomoyuki Tanaka teve a brilhante ideia de apresentar ao mundo um filho para o lagarto gigante radioativo. Nascia, assim, Minilla, criatura que seria um divisor de águas definitivo para os filmes da Era Shōwa, que passariam a ter um foco definitivo na audiência infantil.
Jun Fukuda retorna à direção, novamente situando a trama em uma ilha tropical. Desta vez, os humanos trabalham em um experimento para aprender a controlar o tempo e ajudar agricultores a acabar com a crise alimentar. A base da equipe de cientistas é uma ilha habitada por louva-deuses e aranhas gigantes. Ali, surge um ovo, do qual nasce o filho de Godzilla.
Estruturado como uma comédia familiar – em que o monstro radioativo precisa aprender a ser pai -, o roteiro foi escrito a quatro mãos. Kazue Shiba, que se tornou a primeira mulher a trabalhar nos textos da franquia ao lado de Sekizawa, pode ter sido o elemento que tornou a trama mais envolvente do que a anterior.
No fundo, O Filho de Godzilla é uma narrativa infantil muito cativante. Pautada pelo humor físico dos monstros gigantes, há pouca ameaça aos núcleos humanos. É um ponto bem distante do original de 1954, pensado como uma metáfora trágica sobre os efeitos da guerra.
Os efeitos visuais foram novamente coordenados por Sadamasa Arikawa, pupilo de Eiji Tsuburaya – então ocupado com A Fuga de King Kong (1967), dirigido por Ishirô Honda. A escolha por mais criaturas controladas como marionetes do que suitmation ajudaram a dar valor de produção à obra. Mais uma vez, a trilha de Masaru Sato contribuiu para a leveza do filme, que em nenhum momento referencia a trilha clássica de Akira Ifukube.
Lançado no Natal de 1967, O Filho de Godzilla nunca seria formalmente distribuído nos cinemas dos Estados Unidos. No Brasil, teve uma rápida passagem pelos cinemas de São Paulo em fevereiro de 1970.
O visual do filhote é bizarro.
Filme infantilizado demais, pra mim um dos piores. Pulei algumas cenas.
31-08-2026
Tirando aquela bizarrice que os americanos fizeram com o primeiro filme da franquia, esse aqui é o mais fraco, visual do filho do Godzilla é muito feio e a história tbm não é boa, nem as batalhas contra os Louva-deuses e a aranha gigantes.
Extremamente infantilóide, é um dos PIORES da série...
‘O Filho de Godzilla’ foi passo definitivo da franquia em direção ao público infantil na Era Shōwa
Estruturada como uma comédia familiar, 'O Filho de Godzilla', produção dirigida por Jun Fukuda, é um ponto muito distante da seriedade trágica do longa inaugural da franquia iniciada em 1954.
O Filho de Godzilla (1967) foi lançado num momento em que a franquia mais famosa da Toho dava claros sinais de cansaço. Ebirah, o Terror dos Abismos (1966) não empolgou o público japonês e parecia repetitivo aos temas e imagens da série. Segundo relatos de bastidores, o roteirista Shinichi Sekizawa chegou a afirmar que as ideias para novos monstros tinham acabado.
Com base nisso, o produtor Tomoyuki Tanaka teve a brilhante ideia de apresentar ao mundo um filho para o lagarto gigante radioativo. Nascia, assim, Minilla, criatura que seria um divisor de águas definitivo para os filmes da Era Shōwa, que passariam a ter um foco definitivo na audiência infantil.
Jun Fukuda retorna à direção, novamente situando a trama em uma ilha tropical. Desta vez, os humanos trabalham em um experimento para aprender a controlar o tempo e ajudar agricultores a acabar com a crise alimentar. A base da equipe de cientistas é uma ilha habitada por louva-deuses e aranhas gigantes. Ali, surge um ovo, do qual nasce o filho de Godzilla.
Estruturado como uma comédia familiar – em que o monstro radioativo precisa aprender a ser pai -, o roteiro foi escrito a quatro mãos. Kazue Shiba, que se tornou a primeira mulher a trabalhar nos textos da franquia ao lado de Sekizawa, pode ter sido o elemento que tornou a trama mais envolvente do que a anterior.
No fundo, O Filho de Godzilla é uma narrativa infantil muito cativante. Pautada pelo humor físico dos monstros gigantes, há pouca ameaça aos núcleos humanos. É um ponto bem distante do original de 1954, pensado como uma metáfora trágica sobre os efeitos da guerra.
Os efeitos visuais foram novamente coordenados por Sadamasa Arikawa, pupilo de Eiji Tsuburaya – então ocupado com A Fuga de King Kong (1967), dirigido por Ishirô Honda. A escolha por mais criaturas controladas como marionetes do que suitmation ajudaram a dar valor de produção à obra. Mais uma vez, a trilha de Masaru Sato contribuiu para a leveza do filme, que em nenhum momento referencia a trilha clássica de Akira Ifukube.
Lançado no Natal de 1967, O Filho de Godzilla nunca seria formalmente distribuído nos cinemas dos Estados Unidos. No Brasil, teve uma rápida passagem pelos cinemas de São Paulo em fevereiro de 1970.
Eu ri muito do bebezão