Em uma missão da parte de César para espionar um potencial usurpador chamado Crasso, Rando (Steve Reeves) naufraga em uma ilha e é capturado. No cárcere, conhece um prisioneiro que revela que o emblema que ele usa é por ser herdeiro de um guerreiro rebelde morto, chamado Spartacus. Ao escapar, é levado para o túmulo de seu pai, onde toma posse de seu capacete, escudo e armadura. Rando começa então a agir como espião dos rebeldes, fingindo estar do lado dom tirânico Crasso. Mas seu objetivo é libertar os escravos de Esparta, em memória e honra de seu pai, por isso, ao lutar, passa a deixar a marca de um ‘S’ no sangue de seus inimigos.
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A colisão entre a lealdade aprendida ao Império e o instinto herdado do rebelde
Um pilar do Império Vs. Um destruidor do Império
Criação Vs. Natureza
"Quem sou eu?"
O Peso do Legado
Rebelião e Liberdade
"Este amuleto... só um homem o usava. Um homem que fez Roma tremer. Spartacus!"
"Diga a César que o filho de Spartacus não serve a mestres."
Reeves é a personificação do herói mítico. Sua presença física por si só vende a premissa de um homem capaz de liderar uma rebelião
A trama celebra a força individual e a liderança nata. Um homem se levanta e inspira outros a lutar
A amizade entre Rando e o gladiador veterano é baseada em respeito e lealdade na batalha. Uma amizade masculina real
As batalhas, embora bem coreografadas, carecem da escala épica que a história sugere. Cenários e figurinos são frequentemente reutilizados e funcionais
O filme trata a história como uma caixa de areia, pegando nomes e eventos e rearranjando-os livremente para servir à trama
O filme é enxuto, rápido e focado. O ritmo é implacável, uma sucessão de sequências de ação, fugas e confrontos, característica do estilo enxuto de Corbucci
Muito preso aos estereótipos do gênero. Não há nada que prenda realmente a atenção.
Disponível e legendado no Youtube.
'O Filho de Spartacus' é um filme peplum italiano de 1962, dirigido por Sergio Corbucci e estrelado por Steve Reeves e Gianna Maria Canale. É uma sequência não oficial do cultuado filme "Spartacus" de Stanley Kubrick de 1960, pois inclui uma menção à personagem Varinia, que foi criada especificamente para o modelo do romance desse filme.
Na minha opinião, "O Filho de Spartacus" é um dos melhores filmes de Steve Reeves e considerado o melhor filme peplum de Corbucci na direção. Para quem ainda curte o gênero, o entretenimento continua garantido.
Espécie de continuação da história do escravo Spartacus que desafiou o Império Romano. Isso por si só já gera curiosidade para o filme. O resultado é uma obra que devido a óbvia falta de recursos não alcança grandes vôos e nem traz nenhuma sequência visualmente impactante, mas que também tem uma história que consegue manter a nossa atenção na maior parte do tempo.
Aventura épica italiana que funciona como um passatempo legal de se assistir, mesmo não tendo nada de grandioso ou de muito diferente de outras produções do gênero nessa época.
Ah, e cadastraram o diretor errado, não é Bruno Corbucci, e sim Sergio Corbucci.