Curitiba, 1982. Prestes a completar 30 anos, Roberto (Marcos Veras) e Cláudia (Débora Falabella) terão seu primeiro filho. A vida adulta chega, repleta de esperança e a certeza de novos rumos. Roberto, escritor ainda não publicado, está seguro de que o nascimento do filho é o marco para uma nova vida. No entanto, o sonho de Roberto rapidamente ganha um sabor amargo quando ele percebe que terá de se habituar com uma ideia diferente - ser pai de Fabrício, uma criança com síndrome de Down.
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Temos um filme básico que traz um bom enredo.Tudo caminha na previsibilidade e onde tem que emocionar não emociona.O problema de toda a história é sim o pai que não apoia a mãe cansada,que não apoia o filho em suas atividades,que desvia o olhar encontrando a amante e enchendo a cara.É um prato cheio pro melodrama barato.No fim tudo se acerta e termina como se nada tivesse acontecido.É um filme rápido demais pra um assunto que renderia muito mais nas mãos de um diretor mais comprometido.
>Assistido em 12 de Março de 2026
Assisti O Filho Eterno (2016) de Paulo Machline no TV Brasil. Baseado no livro do Cristovão Tezza de mesmo Título. O filme é livremente inspirado nesse livro premiado. O protagonista é inspirado no próprio escritor que teve um filho com Síndrome de Down e muita dificuldade de aceitar. O pai com o nascimento do filho tem bloqueio criativo, então só a mãe trabalha e sustenta tudo.
O filme acentuou a irresponsabilidade masculina brasileira e machista. O pai até é um pouco colaborativo, mas quando quer. Some, passa noites fora, e a mulher que assume as finanças e o filho. Com poucos recursos, precisam se virar sozinhos.
O filme se distanciou um pouco do escritor, sim, o protagonista também é escritor, mas ficou mais distante do inspirado e até entendo, deve ser difícil expor uma pessoa em um filme como o Tezza se expôs no livro. Na obra o escritor é o próprio protagonista seria difícil um ator falar em nome de outro, mostrando a rejeição do outro. Distanciar um pouco facilita aceitar o filme.
Elenco: O pai é interpretado por Marcos Veras, a mãe por Débora Falabella. Várias crianças fazem o Fabrício, o mais velho é interpretado por Pedro Vinícius.
Muito diferente do livro, em que ele não tem amante, eles torcem para o Athlético Paranaense e o escritor tem outra filha sem síndrome.
Um filme necessário. O livro é muito bom. Um relato corajoso, um tema delicado.
Uma bela retratação da época, um filme que precisava ser feito, além do ótimo ator mirim escolhido, foi acertada as escolhas de Falabella e Veras, que se mostra excelente no drama. A História mostra bem as dificuldades e ignorâncias sobre a doença naquela época e até hoje, enfim foi um bom filme.