Descobertos por um excêntrico professor de balé, dois jovens pobres de Mumbai encaram a intolerância e o julgamento da sociedade ao perseguirem seus sonhos.
Confesso que este drama inspirador (baseado em uma história verídica) me emocionou bastante. Afinal, a luta para vencer os obstáculos e correr atrás de seus ideais faz parte da conquista de um grande sonho. E é isto que é mostrado neste filme admirável!
Escolhi o filme muito mais para ter uma percepção sobre como seria a visão da cultura Indiana de homens que dançam balé. O filme romantiza muito esse contexto e tudo parece muito lindo, as dificuldades enfrentadas pelos personagens parecem girar em torno do medo que os pais tem de seus filhos não terem um retorno financeiro e algumas diferenças religiosas. O machismo praticamente não existe, todos encaram com muita naturalidade homens dançando balé, e não questionam nem mesmo a convivência dos bailarinos com o professor. Eu realmente acredito que essa seria a forma ideal de se encarar a diversidade de praticas artísticas com o corpo masculino, mas sabemos que infelizmente a realidade não é essa, nossa sociedade aprisiona a diversidade, principalmente de corpos periféricos, dos quais possui apenas um modelo de virilidade como possibilidade de existência. O filme é lindo em sua narrativa e na mensagem passada, o que me fez desviar de toda essa busca crítica e problematizações, a história me fez esquecer tudo isso e me concentrar na torcida pelos bailarinos.
Narrativa que prende e empolga, mas a msg é super liberaloide estilo à procura da felicidade. Acho que poderia ter focado mais na ideia da dança como motor de transformação social de forma coletiva.
Bom filme.
Confesso que este drama inspirador (baseado em uma história verídica) me emocionou bastante. Afinal, a luta para vencer os obstáculos e correr atrás de seus ideais faz parte da conquista de um grande sonho. E é isto que é mostrado neste filme admirável!
Um filme com uma boa mensagem, apenas.
Escolhi o filme muito mais para ter uma percepção sobre como seria a visão da cultura Indiana de homens que dançam balé. O filme romantiza muito esse contexto e tudo parece muito lindo, as dificuldades enfrentadas pelos personagens parecem girar em torno do medo que os pais tem de seus filhos não terem um retorno financeiro e algumas diferenças religiosas. O machismo praticamente não existe, todos encaram com muita naturalidade homens dançando balé, e não questionam nem mesmo a convivência dos bailarinos com o professor. Eu realmente acredito que essa seria a forma ideal de se encarar a diversidade de praticas artísticas com o corpo masculino, mas sabemos que infelizmente a realidade não é essa, nossa sociedade aprisiona a diversidade, principalmente de corpos periféricos, dos quais possui apenas um modelo de virilidade como possibilidade de existência. O filme é lindo em sua narrativa e na mensagem passada, o que me fez desviar de toda essa busca crítica e problematizações, a história me fez esquecer tudo isso e me concentrar na torcida pelos bailarinos.
Narrativa que prende e empolga, mas a msg é super liberaloide estilo à procura da felicidade.
Acho que poderia ter focado mais na ideia da dança como motor de transformação social de forma coletiva.