Uma detetive e mãe solteira (Andrea Riseborough) enfrenta a fúria da maldição de um espírito que busca vingança após investigar uma série de mortes misteriosas.
O auge foi a policial fazendo tudo o que não era para fazer, o corretor imobiliário entrando na casa para ficar com a garotinha (não saiu no jornal o ocorrido com a família?), o cara querendo virar fantasma com a mulher... Cada loucura
Ia assistir na época do lançamento na pandemia, mas esculacharam tanto o filme que desanimei e só decidi conferir no final da minha maratona. E realmente faz jus à fama de horrível. Ninguém pediu esse remake, que é extremamente inferior à trilogia americana.
Roteiro ruim, ritmo lento e arrastado, a mesma fórmula dos anteriores, mas mais focado na trama policial e americanizado demais, sem a cultura japonesa que é característica principal da franquia. Kayako aparece só rapidamente na abertura e não tem relevância na história.
Quem teve a ideia de fazer a história inteiramente nos EUA? Ficou péssimo. Kayako faz falta, eu entendi a ideia do projeto, sobre se deparar com uma maldição irrefreável, mas ela era o melhor rosto para esse projeto. Aqui tentaram americanizar tudo, e nenhum espírito é marcante.
Visto em 30/01/2025. Transfere melhor a trama para o ocidente do que o terceiro. Mas não se compara aos orignais, é um filme bem morno beirando ao frio.
- Refilmagem do japonês O Grito (2002) – que já foi adaptado para o cinema hollywoodiano em O Grito (2004);
- Estava em desenvolvimento desde 2013;
- No filme, o número da casa é 44, referência ao curta original Ju-on 4444444444 (1998). Quatro também é um número de má sorte na cultura japonesa, pois é homófono do personagem Shi, que significa literalmente morte;
- Para a promoção do lançamento comercial nos Estados Unidos, alguns pôsteres foram decorados com extensões de cabelo preto;
- O cineasta Nicholas Pesce disse que, se conseguir fazer alguma sequência, gostaria que a maldição se expandisse a outras partes do mundo, como Austrália, Europa e África.
Os personagens não têm um pingo de inteligência, a maquiagem é horrível. Sem sentido nenhum.
O auge foi a policial fazendo tudo o que não era para fazer, o corretor imobiliário entrando na casa para ficar com a garotinha (não saiu no jornal o ocorrido com a família?), o cara querendo virar fantasma com a mulher... Cada loucura
Ia assistir na época do lançamento na pandemia, mas esculacharam tanto o filme que desanimei e só decidi conferir no final da minha maratona. E realmente faz jus à fama de horrível. Ninguém pediu esse remake, que é extremamente inferior à trilogia americana.
Roteiro ruim, ritmo lento e arrastado, a mesma fórmula dos anteriores, mas mais focado na trama policial e americanizado demais, sem a cultura japonesa que é característica principal da franquia. Kayako aparece só rapidamente na abertura e não tem relevância na história.
Mudaram a história principal da franquia:
quem morre pelo contato na maldição vira assombração.
Um remake chato, ruim e desnecessário.
Ranking:
8.0/100=(O Grito 1) O Grito (2004)
7.5/100=(O Grito 2) O Grito 2 (2006) (Versão do Diretor)
7.4/100=(O Grito 3) O Grito 3 (2009)
7.1/100=(Ju-on 3) Ju-on - O Grito (2002)
7.0/100=(Ju-on 4) Ju-on - O Grito 2 (2003)
7.0/100=(O Grito 2) O Grito 2 (2006) (Versão Theatrical)
6.7/100=(Ju-on 1) Ju-on (2000)
5.0/100=(Ju-on 5) Ju-On - White Ghost (2009)
5.0/100=(Ju-on 6) Ju-On - Black Ghost (2009)
5.0/100=(Ju-on 7) O Grito 3 - O Início do Fim (2014)
4.0/100=(O Grito 4) O Grito (2019)
4.0/100=(Ju-on 8) Ju-on - The Final Curse (2015)
4.0/100=(Ju-on 2) Ju-on 2 (2000)
Quem teve a ideia de fazer a história inteiramente nos EUA? Ficou péssimo. Kayako faz falta, eu entendi a ideia do projeto, sobre se deparar com uma maldição irrefreável, mas ela era o melhor rosto para esse projeto. Aqui tentaram americanizar tudo, e nenhum espírito é marcante.
Visto em 30/01/2025.
Transfere melhor a trama para o ocidente do que o terceiro. Mas não se compara aos orignais, é um filme bem morno beirando ao frio.
- Refilmagem do japonês O Grito (2002) – que já foi adaptado para o cinema hollywoodiano em O Grito (2004);
- Estava em desenvolvimento desde 2013;
- No filme, o número da casa é 44, referência ao curta original Ju-on 4444444444 (1998). Quatro também é um número de má sorte na cultura japonesa, pois é homófono do personagem Shi, que significa literalmente morte;
- Para a promoção do lançamento comercial nos Estados Unidos, alguns pôsteres foram decorados com extensões de cabelo preto;
- O cineasta Nicholas Pesce disse que, se conseguir fazer alguma sequência, gostaria que a maldição se expandisse a outras partes do mundo, como Austrália, Europa e África.
- Mesmo diretor de Os Olhos da Minha Mãe (2016);
- Orçamento: US$ 10 milhões;