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Data de lançamento
22 Dez. 1956Duração
Em Nova York, em janeiro de 1943, um músico (Henry Fonda) de uma casa noturna tem a vida remexida quando a mulher (Vera Miles) precisa de 300 dólares para tratamento dentário e ele vai a um escritório, para saber quanto pode conseguir de empréstimo com a apólice da sua mulher. Porém, ele é identificado erradamente pelas funcionárias como sendo o assaltante que tinha roubado o local um ano antes.
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Os grandes também têm momentos duvidosos.
Um clássico que se destaca precisamente pelo acerto de seu tripé estrutural: direção, elenco e roteiro. O tema "banal" trabalhado na obra ganha uma densidade narrativa interessante, que prende o espectador desde o início. E isso se relaciona diretamente com esse tripé (equilibrio técnico), pois, para que a premissa funcionasse, era necessário uma direção precisa, um elenco sóbrio e um roteiro de extrema coesão. A convergência desses fatores resultou em uma excelente história.
Ótima atuação do Henry Fonda, em um longa direto e diferente na filmografia do Hitchcock. 24/02/2026
Quando o próprio diretor aparece no início para explicar que vai ser um filme diferente da sua marca, você sabe que é melhor mudar as expectativas. Mesmo assim, ainda não me conquistou tanto. A primeira metade foi ótima, me lembrou O Processo, de Kafka. Mas, como já comentaram, a questão da saúde mental foi pouco trabalhada e o filme vai perdendo o gás até um final morno. Entendo que se trata da vida real, não é como uma história criada com clímax e reviravoltas. Mas por isso mesmo nem todo acontecimento seria um filme interessante.
- acredito que esse sistema deva ter mudado em 80 anos, mas que porra foi essa? o cara é acusado pelas testemunhas, não tem direito a ligação, advogado, não teve direito a dar um álibi e ainda colocam uma fiança de 7500 quando ele ganha 85 por semana
- toda a construção da trama é ótima, intrigante e revoltante, mas por já termos a certeza que o cara é inocente desde o começo, se houvesse dúvida seria ainda melhor
- a conclusão cai um pouco, porque a mudança de foco do protagonista para a doença mental que afligiu a esposa é bem brusca e tira um pouco o peso da falsa imputação de crime