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Uma lesão cerebral, resultado de um acidente automobilístico, causa sérios danos ao especialista em ciência da computação Harry Benson. Ele começa a apresentar sintomas de uma doença que provoca súbitos ataques de violência, a Lesão Desinibitória Aguda (LDA). Numa tentativa de controlar esses impulsos de agressão, Benson é submetido a um revolucionário método cirúrgico em que eletrodos são implantados em seu cérebro. O objetivo do time de cirurgiões de Los Angeles, responsáveis pela experiência, é conter através de um microcomputador as perigosas crises homicidas do paciente. A cirurgia, porém, não é bem-sucedida.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
O HOMEM TERMINAL, é impecavelmente bom nos seus aspectos técnicos e minuciosos, como a fotografia, as cenas filmadas minuciosamente na realização da cirurgia cerebral, Me parecia ser um filmaço, tendo em vista, que foi baseado no romance do cultuado Michael Crichton, mas a direção arrastada e sem ritmo do Mike Hodges e a atuação pouco convincente de George Seagal põe fim no que poderia ser melhor. Melhora um pouco em seu terço final, mas daí, o telespectador já tivesse se rendido a sonolência.
Filme baseado no romance de Michael Crichton, não sendo bem recebido pelo público considerado lento e monótono principalmente as cenas de hospital e cirurgia , tendo boas cenas como a do colchão e esfaqueamento mas não é o suficiente para salvar a obra muito criticada tb pela escolha de George Segal para o papel.
Assisti em 24/09/1978, domingo, no canal 12 (hoje RBS ou Globo), em Cinema Especial.
Filme chato pra caramba ! Tem uma das mais longas cenas de cirurgia que eu me lembro. Depois de uma hora de tédio temos a impressão de que o filme vai melhorar, mas fica só numa cena.
O roteiro trata da questão do uso de processos médicos para mudança de comportamentos indesejados, algo também explorado em filmes como "Os Dois Mundos de Charlie" e "Laranja Mecânica". A primeira metade do filme, que trata da cirurgia é bem interessante pois trata o assunto com rigor e realismo típicos das obras de Michael Crichton. Mas a segunda metade
vira apenas um filme de assassino em série, embora o diretor Mike Hodges consiga criar um bom suspense (inclusive com uma cena que antecipa "O Iluminado"). Além disso o protagonista é descrito como um especialista em computadores extremamente inteligente mas essa característica praticamente não é explorada pelo roteiro. Ele poderia ter qualquer outra profissão sem que isso provocasse qualquer alteração no desenrolar da história. Pra completar o filme tem um desfecho bem insatisfatório.