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Jean Valjean é condenado a passar 10 anos nas galés, por roubar comida. Após cumprir a pena, é posto em liberdade condicional. Valjean se sente marginalizado por carregar o "passaporte amarelo", que o identifica como um ex-presidiário, e só é ajudado por um bispo. Mesmo assim Valjean rouba toda a prataria do bispo mas é preso, pois as peças de prata tinham o brasão do bispo. Quando Valjean é levado pelos soldados até a presença dele, este diz que deu a prataria para Jean e ainda diz para Valjean que ele esqueceu de levar os castiçais. Esta demonstração de fé no ser humano faz Jean voltar a crer nas pessoas e assim finda a 1ª fase da vida de Valjean, que vende a prataria (mas não os castiçais) e quase por acaso entra no negócio de cerâmica, pois um empresário do setor ficou muito grato a ele por Valjean ter salvo a vida de seu neto. Anos depois, se torna um próspero empresário e o prefeito da cidade, além de ser muito respeitado pela sua bondade. Valjean adota Cosette, a filha de Fantine, um ex-funcionária que ficou muito doente e faleceu. Porém se Valjean é humano o mesmo não pode se dizer de Javert, o chefe de polícia do local, que acha que a lei tem de ser cumprida ao pé da letra. O futuro reserva um jogo de gato e rato entre os dois, pois Javert, ao ficar sabendo que o prefeito é Jean Valjean, quer prendê-lo, pois ele é procurado por nunca ter se apresentado para cumprir os termos da condicional.
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Essa versão traz umas coisas bem legais, como uns detalhes que antecederam a compra da fábrica e a chegada dele na cidade da qual se tornou prefeito. Mas no geral é basicamente uma cópia da versão anterior.
apesar do ótimo elenco essa versão não empolga! sinto que faltou mais fidelidade ao livro ! gosto mais da. estrelada por Charles laughton e Frédéric march! minha meta agora e assistir a versão com Jean gabin !
já vi muitos filmes baseado em ''os miseráveis'' e nenhum consegue transportar pras telas toda a emoção que o livro é ,todo seu encanto ,o seu brilho ,acho q os miseráveis é intransferivel para as telas. mesmo a maioria dos filmes baseado no livro serem ótimos ,o livro ainda é indiscartevel.
a unica coisa que nos filmes ,conseguem trazer mesmo com firmeza e o personagem do javert que em todos os filmes e no livro ,são ótimos vilões !
Apesar do título apresentado pelo Telecine Cult, este filme foi lançado nos cinemas como O IMPLACÁVEL, o que pode ser facilmente comprovado numa rápida pesquisa pela Internet:
Há outro cadastro sobre ele aqui: - Já informei aos donos do 'site', solicitando uma conjunção de ambos os perfis. (WPC>)
Ainda que eu não tenha lido o romance original que deu origem a esta obra (e a suas outras diversas versões, ao longo dos anos), é óbvio que o romance é calcado menos em Victor Hugo na produção dirigida por Richard Boleslawski em 1935, também produzido pela Fox. O problema é que o diretor Milestone concentrou-se nos aspectos mais banais, aventurescos ou melodramáticos da trama, errando completamente a mão no terço final, tornando ainda mais evidente o mal-estar comparativo que se instalou desde a entrada em cena forçada do ótimo personagem do bispo (aqui interpretado de forma pesada, ainda que competente, por Edmund Gwenn). Michael Rennie não tem carisma para dotar o protagonista da empatia que ele exige, Sylvia Sidney tem uma ótima participação mas parece deslocada na personagem Fantine, Cameron Mitchell compõe um horrendo Marius e Robert Nweton simplesmente elimina a ambigüidade característica do diligente Javert, devolvendo-a apenas nos minutos finais, quando já era tarde demais... O roteiro é ruim, omisso, mal-adaptado e o ritmo é cansativo. Dentre todas as versões que vi, esta é, de longe, a pior! (WPC>)