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Data de lançamento
13 Julho 2025Duração
Luke Ellis acorda no Instituto em um quarto semelhante ao seu, só que não há janela. Do lado de fora de sua porta há outras portas, atrás das quais estão outras crianças, que chegaram lá da mesma forma que Luke.
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Uma série que desperta a sua curiosidade e te faz querer saber um pouco mais dos mistérios, mas, depois de 2 ou 3 episódios, você só quer terminar este trem de uma vez - até porque são apenas 8 episódios.
Mas isso só é possível se você desconsiderar as atuações canastronas dos adultos que trabalham no Instituto e desligar a suspensão da descrença.
É possível ver ecos do trabalho do King no seriado, mas não passa disso.
Baseado no romance homônimo de Stephen King de 2019.
O que aconteceu com o livro o cemitério, que também é do Stephen King volta a acontecer com outra adaptação do autor: inventar uma continuação que não existe. A diferença que a continuação do primeiro, o que divide opiniões, eu achei boa. Entretanto, não sei se o raio vai cair duas vezes no mesmo lugar se tratando de o instituto.
A série é só 50% fiel ao livro, cortaram bastante coisa, que até entendo pq pode ficar enfadonho no audiovisual, porém ao msm tempo mudaram o final de alguns personagens para claramente ter uma segunda temporada. Enfim a série não é de um todo ruim e se eu for assistir a 2 temporada vou assistir como fosse uma série com o mesmo nome do livro apenas. Mas para os curiosos, no livro a história tem um começo, meio e fim.
Série baseada em um livro do Stephen King que eu não li e não conhecia. Ideia interessante, mas a execução um desastre. Ritmo parado e lento, atuações fracas, personagens sem carisma. O canastrão do Ben Barnes, esta mais perdido que cego em tiroteio e a Mary-Louise Parker faz uma vilã caricata, rasa e superficial. Uma série medíocre e dispensável.
As adaptações literárias para a televisão costumam apresentar um desafio: o universo apresentado no livro é, por sua própria natureza, mais amplo do que qualquer temporada pode comportar. Aqui, essa sensação se tornou evidente para mim: os horizontes parecem naturalmente mais limitados, porém ainda assim abordados de forma inteligente. Após ler o romance, posso afirmar que a série conseguiu transmitir grande parte de seu espírito, apesar de não alcançar a mesma profundidade.
O resultado é uma primeira temporada agradável, envolvente e confiante em sua entrega. As atuações se destacam: elas trazem credibilidade e vitalidade a personagens que, de outra forma, poderiam ter caído em clichês (especialmente por se tratarem de crianças - que, até por isso, foram ligeiramente envelhecidas em relação ao material base). Agora, a curiosidade permanece — já que a renovação já foi confirmada, como os roteiristas seguirão em frente agora que o material do livro já foi quase todo concluído?