A história de Norbu (Rigzin Tseshang), um ladrão de cavalos que é expulso de sua tribo após roubar um templo. Norbu se arrepende do crime, mas logo é obrigado a roubar novamente para alimentar seu segundo filho recém-nascido.
É considerado por Martin Scorsese como o melhor filme da década de 90.
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TABU AGUADO
Inacreditável que uma espécie de primo pobre de TABU, do Murnau (mas sem o elenco carismático e a direção estonteante), tenha sido considerado o melhor filme dos anos noventa (apesar de ser de 86) por ninguém menos que Martin Scorsese.
A trama é manjada e não causa maior interesse em momento algum. Sempre é um mau sinal que uma sessão de pouco mais de oitenta minutos pareça ter mais de duas horas.
De bom a exploração plástica das locações, mas nem nisso é particularmente memorável já que um punhado de filmes chineses (inclusive mais velhos) são infinitamente superiores também neste aspecto.
Por ser uma cultura pouco conhecida por mim e ter um ritmo extremamente lento o filme não me agradou em nenhum momento. Nota 4,0.
Essa produção do cinema chinês traz a curiosidade de mostrar uma cultura pouco conhecida pela maioria. Além desse atrativo ela não tem muito mais a oferecer com uma narrativa de ritmo lento e situações mal desenvolvidas.
A estória me pareceu terminar interrompida no meio, incompleta. No entanto, Norbu parece um personagem complexo, pois não é tratado nem como heroi, nem como vilão, apenas produto do meio, o que também é feito com primazia em Ladrões de Bicicleta. Mas este filme aqui, exceto pela parte sensorial em alguns momentos e as imagens impactantes especialmente da dança, não me tocaram tanto, não me empolgaram, mas daí pode ser questão de gosto mesmo.