Um médico investiga os assassinatos de várias mulheres em um resort à beira de um lago. Sua investigação o leva a acreditar que um vampiro é responsável pelos assassinatos e ele mesmo decide localizar o covil da criatura.
Segundo filme da trilogia "Bloodthirsty Dracula" da Toho, sendo este produzido em 1971.
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Acabei gostando mais desse enredo, do que o do primeiro longa.
Esse tom sombrio presente na história continua funcionando, e esses orientais esbranquiçados de maquiagem sempre conseguem ser sinistros, indiferente do longa. Kkk
Bora assistir o último da trilogia.
Curiosamente o primeiro filme da trilogia, no caso "A Noite do Vampiro (1970)" sumiu do catálogo da Darkflix, porém esse segundo filme permanece lá. Estranho. Quem iria assistir um segundo filme de uma trilogia sem assistir ao primeiro?
Filme excelente, porém o anterior "A Noite do Vampiro (1970)" era mais dinâmico. Esse O Lago de Drácula me soou um pouco monótono em vários momentos. Tem sim muito mais cenas marcantes que o primeiro filme, porém é cansativo de ser assistido, mesmo com apenas 80 minutos. A maquiagem do Dracula é linda e macabra ao mesmo tempo, ele realmente dá medo, porém é nítido o desleixo em maquiar apenas o seu rosto e deixar o pescoço do personagem com a cor destoando do branco do rosto, pode parecer bobagem, mas esse errinho me tirou da imersão fílmica. A direção de arte e os figurinos são excelentes, o filme tem um visual um pouquinho menos fúnebre que o primeiro, com as personagens femininas usando roupas coloridas belíssimas, além da decoração da casa da Natsuko abusar de cores laranja e branco. Diferente, bizarro, imersivo e criativo. Muito melhor que os filmes do Dracula feitos nos EUA. Notem que 2 anos depois desse filme ser lançado apareceu um tal de O Exorcista, onde o demônio pazuzu tem um visual nitidamente plagiado desse Dracula japonês. Nota: 9/10.
Lake of Dracula serve para confirmar o que todo mundo já sabe, os japoneses são ótimos em fazer filmes de terror.
O segundo filme da trilogia de vampiros de Yamamoto consegue pegar o que existe de melhor nos filmes da Hammer e adicionar todos os elementos da cultura japonesa, entregando um filme de vampiros bem diferente do convencional.
Apesar de ficar um pouco arrastado em algumas partes, o filme ainda tem uma atmosfera incrível, misturando o cenário das florestas japonesas com castelos góticos e tempestades
Com uma visão e traços únicos sobre o terror gótico, Yamamoto não descaracterizar o personagem Drácula, seu enredo tem bons toques de suspense, o mal que estar sempre à espreita. Não temos como negar a influência da Hammer Studios, pois em sua época foi praticamente um motor de boas ideias e ambientações fantasmagóricas banhadas a teias de aranha - uma vasta homenagem ao mundo sobrenatural e universos fantásticos buscadas em obras como a de Edgar Alan Poe