Esse filme espanhol até começa interessante tratando de negócios escusos de petróleo num país africano cujo nome não é revelado, mas que segue a mesma linha de tantos países do continente em que a corrupção, conflitos e exploração do povo é tudo do que o continente europeu se lembra sobre eles, bem como em relação a América Latina. É uma pena que com uma premissa interessante o desenvolvimento da narrativa tenha falhado tanto, a ponto da gente não torcer por ninguém. Situações forçadas, o protagonista não causa empatia alguma, os outros personagens aparecem apenas para corroborar o tratamento europeu ao continente africano, sempre subestimando a inteligência e capacidade de seu povo. Tinha muito para desenvolver e, embora toque numa questão bem importante (ONU) ficou raso demais. Não é péssimo, até considero mediano, mas também não vai perder nada se não assistir.
Drama e ação (muito mais ou menos) em mais uma produção da Netflix de 2020 bem abaixo da média. Carlos (Raul Arévalo) bem sucedido advogado de uma empresa petrolífera, recebe uma ingrata missão na África onde deverá ir negociar com os rebeldes que são contrários ao governo, a liberdade de um engenheiro petrolífero funcionário da empresa, sequestrado pelas milícias que eram contrárias ao governo. Sofrível a situação de pobreza do povo em meio a uma riqueza mal distribuída e a ONU, como sempre, fechando os olhos para o mundo e dando palpites aonde não interessa. O filme não decola, é chato e o protagonista principal é um sujeito sem o menor carisma. Fraco.
Não há nada que se destaque, trama rasa, personagens sem carisma que não despertam empatia. É um filme cansativo, sem emoção.
24/04-2022
14h00
Esse filme espanhol até começa interessante tratando de negócios escusos de petróleo num país africano cujo nome não é revelado, mas que segue a mesma linha de tantos países do continente em que a corrupção, conflitos e exploração do povo é tudo do que o continente europeu se lembra sobre eles, bem como em relação a América Latina. É uma pena que com uma premissa interessante o desenvolvimento da narrativa tenha falhado tanto, a ponto da gente não torcer por ninguém. Situações forçadas, o protagonista não causa empatia alguma, os outros personagens aparecem apenas para corroborar o tratamento europeu ao continente africano, sempre subestimando a inteligência e capacidade de seu povo. Tinha muito para desenvolver e, embora toque numa questão bem importante (ONU) ficou raso demais. Não é péssimo, até considero mediano, mas também não vai perder nada se não assistir.
Um filme relativamente bom.
Final ridículo. Mas pro resto dou 4 estrêlas!!!
Drama e ação (muito mais ou menos) em mais uma produção da Netflix de 2020 bem abaixo da média. Carlos (Raul Arévalo) bem sucedido advogado de uma empresa petrolífera, recebe uma ingrata missão na África onde deverá ir negociar com os rebeldes que são contrários ao governo, a liberdade de um engenheiro petrolífero funcionário da empresa, sequestrado pelas milícias que eram contrárias ao governo. Sofrível a situação de pobreza do povo em meio a uma riqueza mal distribuída e a ONU, como sempre, fechando os olhos para o mundo e dando palpites aonde não interessa. O filme não decola, é chato e o protagonista principal é um sujeito sem o menor carisma. Fraco.