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Data de lançamento
28 Nov. 1990Duração
Bonecos assassinos trazem de volta à vida seu diabólico criador ao mesmo tempo em que um grupo de estudantes de fenômenos paranormais visita o seu castelo. Segue-se um festival de sangue e terror.
Segundo filme da franquia "Puppet Master".
Continuação: "A Volta do Mestre dos Brinquedos" (1991)
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Melhor que o primeiro, inclusive, esse deveria ser o primeiro, e o primeiro ser o segundo.
No início do filme, as cenas em stop motion dos bonecos e suas interações estão notavelmente melhores, com uma qualidade visual mais aprimorada em comparação ao primeiro filme. Durante a trama, a personagem Wanda, interpretada por Charlie Spradling, aparece extremamente bela, mas sua presença pouco acrescenta ao desenvolvimento da história. Outra personagem, Camille, poderia ter sido mais aproveitada, porém sua participação é limitada, com pouco tempo de tela,
e sua morte ocorre cedo demais,
Em um momento do filme, uma cena mostra uma criança chicoteando um boneco, e, posteriormente, essa mesma criança tem o rosto queimado. Surge a dúvida se essa criança seria Andre Toulon, mas isso não fica claro até aquele ponto da narrativa. O roteiro sugere que o personagem é Eriquee Chaneé, que mais tarde é revelado como Andre Toulon. No entanto, essa revelação gera confusão, já que o primeiro filme mostra Toulon se matando com um tiro, criando uma inconsistência na continuidade.
Mais adiante, uma falha técnica é perceptível em uma cena em que Caroline cospe no boneco: é claramente visível um fio preto pendurado.
Conforme a trama avança, Toulon (ou Eriquee) busca alcançar uma espécie de imortalidade, mas a lógica por trás disso é questionável, já que o boneco, com seu corpo frágil, consegue quebrar facilmente, o que contradiz a ideia de conquistar algo tão grandioso como a imortalidade.
No desfecho, o final decepciona. Se o personagem era realmente Toulon, sua decisão de trair os bonecos é incoerente com o restante do filme, no qual ele demonstra constante preocupação com os bonecos, e não apenas consigo mesmo. Essa traição vai contra a essência do personagem construída ao longo da narrativa, tornando o desfecho meio incoerente.
Assistido em 11/06/2025.
Uma sequencia mais competente,, continua trash e com Personagens humanos descartáveis e tem um desenvolvimento mais burocrático que o anterior mas ao menos temos mais coisa acontecendo, uma fluidez maior, muitas mortes, ainda que sejam a maioria em off. Os bonecos ainda são a melhor parte e aqui temos até uma dissecação de um deles.
Esse título brasileiro é meio estranho. O 1 se chama Bonecos da Morte e este 2 O Mestre dos Brinquedos.
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Continue, achei melhor que o primeiro. É mais dinâmico, te prende mais.
Os brinquedos tem melhor participação também. Acho que tem 2 novos, o lança-chamas e o jester (bobo da corte).
- 6/10
- no nivel do primeiro, mas esse pelo menos tem menos conversa e mais bonecos assassinos e gore
- minha sorte é que eu nem sabia a existência desses filmes quando criança, ou eu ficaria traumatizado igual fiquei com o Chucky
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Este filme está bem melhor que o primeiro. A melhora também está presente nos efeitos especiais aplicados nos marionetes e na interação deles com os atores.
O sentimento de nostalgia é inevitável, assim como foi sentido no primeiro e acredito que será assim nas outras continuações. Lembro muito bem do boneco novo, aquele dos olhos flamejantes e com o seu braço lançador de chamas.
Gosto do efeito stop motion aplicado nos bonecos, tais movimentos os tornam ainda mais bizarros. Na antítese estão as atrizes presentes no grupo de estudantes, Elizabeth Maclellan e Charlie Spradling, aliás a última faz uma cena inesquecível em que ela levanta da cama somente de calcinha e em seguida veste uma camisa longa por cima do seu corpo escultural. E pensar que este filme passou no saudoso "Cinema em Casa", que época maravilhosa.
A presença do vilão, renascido e morto pelos seus marionetes, é de um impacto visual marcante, aquela cabeça toda enfaixada com o óculos de solda, vestido todo de preto do pescoço aos pés, fica melhor ainda quando ele tira a faixa e sua face apodrecida é apresentada. E o que falar do casal de manequins humanos?
Não tenho dúvida que apesar das falhas do filme, Puppet Master é com toda certeza uma franquia de terror longínqua que tem o seu lugar garantido entre os filmes mais importantes e marcantes do gênero.