Com a missão de seduzir e desmascarar o principal suspeito de ser o maníaco sexual que vem atacando mulheres, uma policial é infiltrada em sua casa usando um disfarce.
Cara, por alguma razão, antes de vir aqui escrever, já fazia uma ideia dos comentários e não deu outra, como essa realidade esta infestada de militante que vê pelo em ovo, tanto que imagino que se os trapalhões começasse hoje seriam cancelados. Pelo fato do filme ser de um serial sexual, a temática da obra apesar de ser de uma forma bem boba, seria justamente com um apelo sexualizado, uma policial investiga se um malandro abobalhado acusado de ser o tal monstro que vem causando uma serie de crimes com assassinato e estupro e desmembramentos, para isso ela tenta a todo custo seduzir para que ele a ataque...
A obra e construída em um formato meio non sense, com humor infantiloide, porem com boas sacadas de construção de momentos, coisa que o Benigni faz muito bem, seu humor e de trejeitos, e bobo, mas que no final da certo , bem na linha do humor brasileiro dos anos 80 e 90 com duplo sentido, para a geração desta epoca, e gente com neurônios cognitivos, funciona nao é para morrer de rir, mas se divertir com a ideia estapafúrdia , maaaaaaassss para essa geração recua fascista vai ser um escândalo nojento sexista cheio e assedio...por que o tico e o teco se escandaliza..
Em Il Mostro (1994), lançado no Brasil como O Monstro, eu vejo um bom filme dentro da proposta que assume, apoiado em um humor exagerado e por vezes até nonsense, algo que já é marca registrada de Roberto Benigni. Ele trabalha esse tipo de comicidade física, quase infantil em certos momentos, baseada em equívocos, ingenuidade e situações que beiram o absurdo, mas que justamente por isso constroem uma identidade muito própria. Em vários momentos eu lembrei o humor de Chespirito, aquele humor inocente, às vezes utópico, quase deslocado da realidade, mas que mesmo assim arranca boas risadas pela simplicidade e pelo carisma.
A dinâmica do personagem de Benigni funciona principalmente pela sua postura deslocada diante da gravidade da situação — um homem comum confundido com um serial killer — e o contraste entre a tensão da investigação e a leveza quase ingênua com que ele encara tudo. Isso cria situações genuinamente engraçadas, ainda que repetitivas em alguns trechos. Achei, no entanto, que poderia ter sido menor; uns 20 minutos a menos deixariam o ritmo mais enxuto e evitariam a sensação de alongamento desnecessário de certas gags que já tinham funcionado na primeira vez.
Principalmente nas cenas provocativas e bem viajadas da Jéssica (Nicoletta Braschi), que começam divertidas mas acabam extrapolando um pouco no exagero, o filme perde um pouco da medida.
A personagem tem presença e química, mas algumas situações parecem se estender além do ponto ideal da piada. Ainda assim, o saldo é positivo: é uma comédia que abraça o absurdo sem medo, sustentada pelo carisma do protagonista e por um tipo de humor que pode parecer simples, mas que exige precisão para funcionar.
Curiosamente, o filme é dedicado a Guido, pai de Roberto Benigni. Seu nome verdadeiro era Luigi Benigni, mas era conhecido como Guido, uma homenagem pessoal e afetiva do diretor.
Pode conter spoilers matador de sereal...
Cara, por alguma razão, antes de vir aqui escrever, já fazia uma ideia dos comentários e não deu outra, como essa realidade esta infestada de militante que vê pelo em ovo, tanto que imagino que se os trapalhões começasse hoje seriam cancelados. Pelo fato do filme ser de um serial sexual, a temática da obra apesar de ser de uma forma bem boba, seria justamente com um apelo sexualizado, uma policial investiga se um malandro abobalhado acusado de ser o tal monstro que vem causando uma serie de crimes com assassinato e estupro e desmembramentos, para isso ela tenta a todo custo seduzir para que ele a ataque...
A obra e construída em um formato meio non sense, com humor infantiloide, porem com boas sacadas de construção de momentos, coisa que o Benigni faz muito bem, seu humor e de trejeitos, e bobo, mas que no final da certo , bem na linha do humor brasileiro dos anos 80 e 90 com duplo sentido, para a geração desta epoca, e gente com neurônios cognitivos, funciona nao é para morrer de rir, mas se divertir com a ideia estapafúrdia , maaaaaaassss para essa geração recua fascista vai ser um escândalo nojento sexista cheio e assedio...por que o tico e o teco se escandaliza..
Uma piada de mal gosto, a atuação da Nicoletta Braschi extremamente ruim, o Roberto Benigni é engraçado mas não conseguiu salvar o filme
Continua engraçado
Em Il Mostro (1994), lançado no Brasil como O Monstro, eu vejo um bom filme dentro da proposta que assume, apoiado em um humor exagerado e por vezes até nonsense, algo que já é marca registrada de Roberto Benigni. Ele trabalha esse tipo de comicidade física, quase infantil em certos momentos, baseada em equívocos, ingenuidade e situações que beiram o absurdo, mas que justamente por isso constroem uma identidade muito própria. Em vários momentos eu lembrei o humor de Chespirito, aquele humor inocente, às vezes utópico, quase deslocado da realidade, mas que mesmo assim arranca boas risadas pela simplicidade e pelo carisma.
A dinâmica do personagem de Benigni funciona principalmente pela sua postura deslocada diante da gravidade da situação — um homem comum confundido com um serial killer — e o contraste entre a tensão da investigação e a leveza quase ingênua com que ele encara tudo. Isso cria situações genuinamente engraçadas, ainda que repetitivas em alguns trechos. Achei, no entanto, que poderia ter sido menor; uns 20 minutos a menos deixariam o ritmo mais enxuto e evitariam a sensação de alongamento desnecessário de certas gags que já tinham funcionado na primeira vez.
Principalmente nas cenas provocativas e bem viajadas da Jéssica (Nicoletta Braschi), que começam divertidas mas acabam extrapolando um pouco no exagero, o filme perde um pouco da medida.
Curiosamente, o filme é dedicado a Guido, pai de Roberto Benigni. Seu nome verdadeiro era Luigi Benigni, mas era conhecido como Guido, uma homenagem pessoal e afetiva do diretor.
Assistido em 26/02/2026
É uma boa comédia, apesar de alguns momentos exagerados