Benoit, o menino novo da escola, é zoado por uma gangue de garotos arrogantes. Determinado a parar com a situação, ele organiza uma grande festa, mas somente três estudantes comparecem. E se esse bando de perdedores fosse a melhor gangue de todas?
Quem vai se identificar mais são os anônimos, aquelas pessoas que passam desapercebidos nas escolas, se você foi popular, não tem ideia de como é ser invisível.
Bom a obra me pegou em cheio, queima roupa, é muito gostosa de ver, traz consigo tanta memoria, por abordar um assunto tão nosso, tão período de vida, seja mal ou bom, é algo que passamos, se sentir parte é imediato.
Nada mais que um garoto novato tentando se entender, fazer parte, ser acolhido, e dentro disso seu primeiro amor, as frustrações, a rejeição e crueldade adolescente. Tanto que a obra poderia render em dois caminhos, a do grupo popularzinho indo pro lado violento, ou ficar da forma como foi, encontrando os excluídos para chamar de seu.
Como na minha época pedi esse grupo, parias, excluídos, invisíveis, em fim..xaqueto, esses franceses olha...deixou um ogro todo bobão !!!
O Novato (Le Nouveau) - 2015 - França- visto no dia 17.06.20 Cada vez mais apaixonado pela cinema francês. Primeiramente pensei: O assunto é bem clichê, envolvendo crianças se interagindo na escola, quase não vi, mas resolvi dá uma chance, positivamente, me surpreendi mais uma vez: O filme tem um grande elenco mirim, é divertido, é reflexivo sobre a fase da adolescência, que ao mesmo tempo, é uma época maravilhosa, mas que também tem as suas preocupações, questionamentos, descobertas. Simples, leve, criativo em retratar o diálogo das crianças, na forma de abordar o assunto. O foco central é em um menino novato em uma escola, aí você imagina quais são as questões levantadas: se sente deslocado, sofre bullying (que é um tema pesado, aqui retratado de forma leve), é tímido e solitário. E tenta se enturmar, aí entra na fase das descobertas como
focou no grupo do Charles, mas depois foram deixados de lado
, achei esquisito pois poderiam render muito mais na história. É isso: Tem mt zoeira entre adolescentes, o seu cotidiano, tudo é simples, não tem profundidade, drama em certos pontos que poderia ter, mas é muito legal de acompanhar e dar para tirar risadas, além da reflexão. O fim é incrível: É a cereja do bolo. Vale a pena. Bom trabalho da maioria do elenco, boa produção: simples e efetivo. Não espere um roteiro muito elaborado, afinal, não é filme para isso. Nota: 7,0
O filme francês adota, em alguma medida, o mesmo estilo das comédias de high school americanas, principalmente nos seus esteriótipos. O menino “desenturmado” tenta uma aproximação com os populares, que o rejeitam reiteradamente. Há então o acolhimento do grupo de “esquisitos”, com quem o protagonista invariavelmente acaba se identificando depois de alguma resistência. Diferente de boa parte das obras estadunidenses do gênero, porém, traz personagens com traços mais suaves e bem desenvolvidos, imprimindo neles uma naturalidade maior. O filme acerta em não carregar no tom dos diálogos e interpretações, fazendo com que situações vividas sejam totalmente críveis e, portanto, capazes de gerar simpatia. Um filme leve, fácil e divertido.
É tão bom quando a gente encontra pessoas que aceita nossas esquisitices e são tão esquisitas quanto nós. :)
Quem vai se identificar mais são os anônimos, aquelas pessoas que passam desapercebidos nas escolas, se você foi popular, não tem ideia de como é ser invisível.
Bom a obra me pegou em cheio, queima roupa, é muito gostosa de ver, traz consigo tanta memoria, por abordar um assunto tão nosso, tão período de vida, seja mal ou bom, é algo que passamos, se sentir parte é imediato.
Nada mais que um garoto novato tentando se entender, fazer parte, ser acolhido, e dentro disso seu primeiro amor, as frustrações, a rejeição e crueldade adolescente. Tanto que a obra poderia render em dois caminhos, a do grupo popularzinho indo pro lado violento, ou ficar da forma como foi, encontrando os excluídos para chamar de seu.
Como na minha época pedi esse grupo, parias, excluídos, invisíveis, em fim..xaqueto, esses franceses olha...deixou um ogro todo bobão !!!
Esse filme é maravilhoso
O Novato (Le Nouveau) - 2015 - França- visto no dia 17.06.20
Cada vez mais apaixonado pela cinema francês. Primeiramente pensei: O assunto é bem clichê, envolvendo crianças se interagindo na escola, quase não vi, mas resolvi dá uma chance, positivamente, me surpreendi mais uma vez: O filme tem um grande elenco mirim, é divertido, é reflexivo sobre a fase da adolescência, que ao mesmo tempo, é uma época maravilhosa, mas que também tem as suas preocupações, questionamentos, descobertas. Simples, leve, criativo em retratar o diálogo das crianças, na forma de abordar o assunto. O foco central é em um menino novato em uma escola, aí você imagina quais são as questões levantadas: se sente deslocado, sofre bullying (que é um tema pesado, aqui retratado de forma leve), é tímido e solitário. E tenta se enturmar, aí entra na fase das descobertas como
o namoro
acessibilidade
focou no grupo do Charles, mas depois foram deixados de lado
Nota: 7,0
O filme francês adota, em alguma medida, o mesmo estilo das comédias de high school americanas, principalmente nos seus esteriótipos. O menino “desenturmado” tenta uma aproximação com os populares, que o rejeitam reiteradamente. Há então o acolhimento do grupo de “esquisitos”, com quem o protagonista invariavelmente acaba se identificando depois de alguma resistência.
Diferente de boa parte das obras estadunidenses do gênero, porém, traz personagens com traços mais suaves e bem desenvolvidos, imprimindo neles uma naturalidade maior. O filme acerta em não carregar no tom dos diálogos e interpretações, fazendo com que situações vividas sejam totalmente críveis e, portanto, capazes de gerar simpatia. Um filme leve, fácil e divertido.