Um homem comum é confundido com "o dragão" ("o drakos"), um criminoso conhecido. A polícia vai atrás dele, que se esconde em um clube noturno. Dia após dia, passa então a se apresentar como “Drakos” e passa a ser confundido também no submundo do crime.
O Drakos (1956) é uma película preta e branca grega dirigida perto Nikos Koundouros. Ganhou a concessão para o mais melhor filme 1955-1959 no primeiro Festival da película de Thessaloniki. Fêz exame também da parte no Festival da película de Veneza.
O Drakos é reconhecido unânimemente como uma das películas as mais importantes na história do cinema grego.
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Tremenda decepção. Fui lambendo os beiços, esperando um "Rififi" grego mas, que nada, é chato pra cacete, a premissa noir do homem confundido com um criminoso é sub-aproveitada, as cenas de dança no clube noturno são esticadas desnecessariamente, o ator que faz o protagonista é inexpressivo, a atriz tem um rostinho bonito e mais nada.
Antecipa em alguns momentos, logo no começo, o que seria depois o "Acossado" do Godard, com metalinguagem ao apresentar o título do filme por meio de um cartaz colado em cima de outros de filmes noir estadunidenses (incluindo aí Humphrey Bogart). Mas nem essa proposta de ser uma homenagem ao gênero levaram adiante, ficou parecendo um noir que nunca diz a que chega,a ponto do clímax ser completamente desprovido de qualquer emoção. Uma pena.