Dirigido por
Data de lançamento
1 Julho 2022"O Pastor e o Guerrilheiro" é um longa-metragem brasileiro que se passa nas décadas de 1960 - após o início da ditadura no Brasil - e 1970 e nos últimos dias de 1999, na virada do milênio.
Em 1968, o jovem comunista João deixa a universidade e vai para uma guerrilha na Amazônia. É preso, torturado e enviado para a prisão em Brasília, onde encontra Zaqueu, um cristão evangélico preso por engano. Eles sofrem juntos, superam diferenças ideológicas, se ajudam e marcam um encontro para 27 anos depois, à meia-noite, na virada do milênio, em cima da Torre de TV de Brasília.
Em 1999, um velho coronel do exército suicida-se e deixa parte de sua herança para Juliana, filha bastarda fruto de seu relacionamento com a antiga empregada da casa. Através de um livro encontrado na casa, ela descobrirá que seu falecido pai foi o torturador dos dois jovens no passado e que o encontro marcado entre os dois não ocorrerá.
Zaqueu, já velho e marcado pelo passado, vive um conflito com seu filho, que quer montar uma nova igreja com fins mais mercantilistas do que cristãos. O destino colocou Juliana na história e o encontro marcado terá um desfecho diferente do que foi combinado.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita
Interessante fato.
A trama é baseada em eventos verídicos, como as memórias de um guerrilheiro, e uniu essa história com a narrativa de um evangélico já conhecido, alternando com outras inspirações, entre três histórias em períodos distintos… A introdução, por deveras longa, quase prejudica o contexto, o filme começa a entregar um verdadeiro drama da ditadura do meio par o final, lindos diálogos, questionamentos sobre a fé entre um espaçamento e outro...
“Deus, Pátria e família” e geralmente, falta de caráter…
Filme baseado na vida e obra de Glênio Fernandes de Sá (Caraúbas, Rio Grande do Norte, 30 de abril de 1950 — Jaçanã, Rio Grande do Norte, 26 de julho de 1990) foi um guerrilheiro marxista brasileiro, integrante da Guerrilha do Araguaia. Ex-aluno de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, chegou à guerrilha em 1970 e foi preso em 1972, na segunda campanha do Exército, permanecendo nessa condição até 1975, traído por um camponês, depois de dois meses perdido na mata, após um tiroteio. Morreu em 26 de julho de 1990 num acidente de automóvel em circunstâncias suspeitas de ser um assassinato encomendado pela cúpula de militares que ainda agiam pós-período de redemocratização, quando fazia campanha para o Senado Federal pelo estado do Rio Grande do Norte.
Escreveu "Araguaia - relato de um guerrilheiro", publicado pela Editora Anita Garibaldi em 1990.
23/03/2025
passou o tempo legal
Esperava mais da produção , o roteiro falha em criar uma aproximação com os espectadores, mas sua história aparenta ser promissora, mas senti a sensação que faltou algo.
Histórias marcadas por luta e idealismo é sempre complicada de retratar em simplismos, araguaia não é um grupo de estudantes translocados