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Céline, estudante de teologia, adota o nome de Hadewijch, místico do século 13 do Brabant, no norte da França. Chocada com a fé cega e extática da moça, a madre superior a envia para fora do convento, para que encontre sua vocação no mundo. Ela então volta a ser uma menina comum, filha de um ministro francês. Um dia conhece Yassine, Africano do subúrbio, quem a apresenta ao seu irmão Nassir, muçulmano praticante e professor de religião. O amor de Céline por Deus, assim como sua raiva e seu desejo de entregar-se ao sacrifício, a lançam num caminho perigoso.
Prêmio FIPRESCI no Festival de Toronto.
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Resumindo, um filme arrastado sobre fanatismo religioso e seus malefícios. Nota 5,0. 2*
Dumont é ótimo em aguçar nossas piores ansiedades e em ativar os nossos pré julgamentos. Ficamos o filme inteiro pensando nas maiores desgraças e atrocidades
e no fim ela foi salva por quem ninguém esperava - um ex presidiário trabalhando como pedreiro. E a mensagem velha, clara e muito bem apregoada: A religião não salva ninguém, nunca salvou.
Alguem sabe de algum site onde eu possa baixar esse filme?
Um dos filmes mais fundo de quintal que eu já assistir.
Alem de ser um filme parado e com 90% de abordagem religiosa, o filme ainda possui uma narrativa moderninha enfatizando o mundo árabe em Paris. Isso sem falar nas incontáveis furadas de roteiro.
Pensei que seria algo dramático, mas é apenas algo idiotizado, tratando-se, de uma adolescente com crise existencial em buscas religiosas.
O final foi bem amador! Bem a caráter da produção desse filmeco.
Péssimo!!
NOTA: 2,0
este filme é sobre o ser humano, não sobre fanatismo religioso como muitos gostam de reduzir. O que está em questão aqui são os desejos humanos e nossa dificuldade em expressá-los e vivê-los no plano da realidade. Nesse conflito, toda moral é tensionada.
A religião é algo puramente humano, culpá-la por atrocidades é pensar pouco sobre o assunto e sobre nossa existência. A religião é um dos campos onde o traço de loucura que todos carregamos dentro de nós pode se manifestar livremente, sem os valores de juízo da razão.
A moral humana pode culpar nossos atos, não os nossos desejos.
Lembrando que quem "salva" a Celine de sua tentativa de suicídio é o ex-presidiário, homem de "moral reprovável" aos nossos olhos, e pra ser sincero, o diretor brincou comigo e com meu olhar preconceituoso nessa hora, pois ele era um personagem que eu esperava sempre o pior. Esperava que ele revelasse que delito aquele homem havia cometido. O contrário me veio.