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Outros títulos
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Yo vigilo el camino - Espanha
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Le pays de la violence - França
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Un uomo senza scampo - Países Baixos (Holanda)
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Sinopse
Henry Tawes é um xerife de meia-idade numa cidade pequena do Tennessee, entediado com a esposa Ellen e sua vida. Um dia conhece a jovem Alma e se apaixona.
Pensei inicialmente que o Pecado de um Xerife, protagonizado por um Gregory Peck na casa de seus cinquenta anos fosse tratar-se de um romance entre um homem de meia idade e uma adolescente. E de fato é isso, mas o roteiro não propõe em si um romance 'agridoce', mas um retrato de um amor quase que patológico. Sumamente , o final é um tanto doentio, contudo, a violência foi amenizada e moderada, levando em consideração os aspectos emocionais dos personagens. Dentre este aspecto, o filme aborda, mesmo que de maneira superficial, a destruição familiar e dos laços afetivos aos quais as mulheres eram/ou são reféns, quiçá altamente demonstrado no cinema americano neste período. Enquanto drama conjugal acho que ficou devendo, mas este simplório filme deixa algumas reflexões sobre relação e relacionamento de uma homem de meia idade.
Drama neo noir da Columbia Pictures cujo roteiro foi escrito por Alvin Sargent (1927-2019), sendo uma adaptação do romance de 1967 "An exile", de Madison Jones. As cenas na cidade foram filmadas em Gainesboro, no condado de Jackson, Tennessee, e em Center Hill Lake and Dam, no centro do Tennessee.
Considerado por muitos o pior filme de Gregory Peck (1916-2003). De acordo com o ator, "o que o público viu não foi o filme que pretendíamos fazer. O pessoal do estúdio eliminou o prólogo e o epílogo que deram algum sentido à estória. Eles fizeram Johnny Cash escrever canções, que simplesmente reiteraram a ação na tela. Charles Durning (1923-2012), em seu 5° filme, quase se afogou na cena em que, como suposto deputado morto, é lançado ao rio antes que a equipe de produção o esquecesse e deixasse o local do tiroteio. Foi Gregory Peck quem pulou na água e nadou para salvá-lo.
Tá muito longe de ser taxado de filme ruim como foi considerado na época. Magnífico, intimista e devastador, um longa que fala sobre a solidão, o medo e a incompreensão. Isso prova como não devemos dar muita atenção aos "críticos especializados" de cinema. A graciosa Tuesday Weld e Peck têm ótimas performances apoiadas por um bom elenco de apoio em um dos mais subestimados filmes de Frankenheimer.
Bonzinho.
Assisti em 03/02/1979, sábado, no canal 12 (hoje RBS ou Globo), em Sessão de Gala.
Pensei inicialmente que o Pecado de um Xerife, protagonizado por um Gregory Peck na casa de seus cinquenta anos fosse tratar-se de um romance entre um homem de meia idade e uma adolescente. E de fato é isso, mas o roteiro não propõe em si um romance 'agridoce', mas um retrato de um amor quase que patológico. Sumamente , o final é um tanto doentio, contudo, a violência foi amenizada e moderada, levando em consideração os aspectos emocionais dos personagens. Dentre este aspecto, o filme aborda, mesmo que de maneira superficial, a destruição familiar e dos laços afetivos aos quais as mulheres eram/ou são reféns, quiçá altamente demonstrado no cinema americano neste período.
Enquanto drama conjugal acho que ficou devendo, mas este simplório filme deixa algumas reflexões sobre relação e relacionamento de uma homem de meia idade.
Drama neo noir da Columbia Pictures cujo roteiro foi escrito por Alvin Sargent (1927-2019), sendo uma adaptação do romance de 1967 "An exile", de Madison Jones. As cenas na cidade foram filmadas em Gainesboro, no condado de Jackson, Tennessee, e em Center Hill Lake and Dam, no centro do Tennessee.
Considerado por muitos o pior filme de Gregory Peck (1916-2003). De acordo com o ator, "o que o público viu não foi o filme que pretendíamos fazer. O pessoal do estúdio eliminou o prólogo e o epílogo que deram algum sentido à estória. Eles fizeram Johnny Cash escrever canções, que simplesmente reiteraram a ação na tela. Charles Durning (1923-2012), em seu 5° filme, quase se afogou na cena em que, como suposto deputado morto, é lançado ao rio antes que a equipe de produção o esquecesse e deixasse o local do tiroteio. Foi Gregory Peck quem pulou na água e nadou para salvá-lo.
Tá muito longe de ser taxado de filme ruim como foi considerado na época. Magnífico, intimista e devastador, um longa que fala sobre a solidão, o medo e a incompreensão. Isso prova como não devemos dar muita atenção aos "críticos especializados" de cinema. A graciosa Tuesday Weld e Peck têm ótimas performances apoiadas por um bom elenco de apoio em um dos mais subestimados filmes de Frankenheimer.
Gregory Peck + Johnny Cash é tudo. Charles Durning é bônus :)