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Em 1947, meses antes da criação do Estado de Israel, tudo o que Proffi deseja é que o exército britânico saia de sua terra. Numa noite, ao soar o toque de recolher, o menino é pego pelo sargento Dunlop. Proffi tinha a intenção de espionar o bunker inglês. O militar, ao invés de prendê-lo, decide deixá-lo em casa. Proffi fica surpreso ao perceber que Dunlop tem grande curiosidade pela cultura local. Quando os amigos de Proffi descobrem que ele visita o inimigo, o denunciam. O garoto é levado a um tribunal para ser julgado como traidor.
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Uma linda amizade surge entre um garoto e um sargento, belo filme.
Bonita história de amizade.
Pena que só achei dublado e boa parte não tinha dublagem.
Ainda assim do que entendi, bonita história.
Confira *__*
Esse é mais um desses pequenos grandes filmes que valem como aula de história em todos os sentidos. Além de nos situar numa época de grande interesse histórico, antes da criação do Estado de Israel após a segunda guerra, temos também a deliciosa história do garoto que não gosta da ocupação temporária da Inglaterra em sua pátria, mas mesmo assim, faz uma improvável amizade com um oficial inglês. Mas do que tudo, é um filme sobre o valor da amizade, e por envolver o sentimento de uma criança, não tem como resistir a uma obra tão envolvente. Só achei que poderiam ter explorado melhor as cenas finais, deu aquele “gostinho” de quero mais um pouco.
(talvez um diálogo entre os dois pra saber como foram os anos em que eles tiveram afastados)
Outro filme com nome diminutivo, mas que no conteúdo é muuuito grande. Porque é muito grande também a emoção que sentimos quando o assistimos.
Utilizando como contexto a ocupação britânica de Israel no ano de 1947, entre o final da Segunda Guerra e a declaração de independência. "O pequeno traidor" centra-se numa improvável amizade entre um garoto judeu e seu "inimigo" militar inglês. A essência da história é superlegal e necessária: a amizade surgida da descoberta de afinidades entre dois seres solitários e carentes, um vínculo que nos mostra o quanto é ridícula a divisão de pessoas por causa de nacionalismos ou orgulhos étnicos. Afinal, gente é gente em qualquer lugar do planeta. Contudo não achei esse filme assim tão bom, a não ser nas últimas cenas. Não senti muita espontaneidade em seu fluxo, mas sim uma mão pesada na condução das situações, como se fizessem com o filme o que seu jovem protagonista fazia com suas miniaturas de soldados. Ficaram muito claros os momentos em que o espectador "precisava se emocionar". E também achei que o elenco como um todo não estava muito bem.
"O pequeno traidor" não contem a seca amargura de "Adeus, meninos" ou o riso e a ternura perfeitamente mesclados de "Cinema paradiso". É uma obra menor. Mas também não digo que é um filme ruim porque, ao seu modo, consegue nos arrancar sentimentos e transmitir uma bela mensagem.