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Data de lançamento
28 Jan. 2021Duração
Esta é a história real de Freddy e Walter – dois jovens judeus eslovacos, que foram deportados para Auschwitz em 1942. Em 10 de abril de 1944, após um planejamento meticuloso e com a ajuda e a resiliência de seus internos, eles conseguiram escapar. Enquanto os presos, que eles haviam deixado para trás, corajosamente mantiveram sua posição contra os oficiais nazistas, os dois homens são movidos pela esperança de que suas evidências possam salvar vidas. Emaciados e feridos, eles voltam pelas montanhas para a Eslováquia. Com a ajuda de encontros casuais, eles finalmente conseguem cruzar a fronteira e encontrar a resistência e a Cruz Vermelha. Eles compilam um relatório detalhado sobre o genocídio sistemático no campo. No entanto, com a propaganda nazista e ligações internacionais ainda em vigor, seu relato parece ser muito angustiante para acreditar.
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Êta, que filme pesado!
É incrível que mesmo já tendo visto tantos filmes sobre o holocausto, a minha incredulidade se renova a cada nova experiência cinematográfica.
Que o mundo nunca mais presencie tanta atrocidade assim novamente.
O longa só não é perfeito pelo ritmo que em muitos momentos me incomodou e por outros defeitos do roteiro.
A potência do horror nas diversas cenas envolvendo as crueldades contra os judeus ou os resultados delas são o ponto mais impactante do filme.
A filmagem é notável também em diversos momentos.
Aquele que não consegue se lembrar do passado está condenado a repeti-lo.
Filmes com esta temática demonstrando como os tempos foram difíceis, como tudo atualmente tem base e sustentação no passado, e deve servir de referências para o futuro. Não devemos esquecer de livros ou filmes que seja, que falem sobre o tema, pois infelizmente ao contrário do que diz o ditado, tem gente que mesmo não esquecendo do passado insiste em repeti-lo. Por forte ideologia, por forte oposição, por forte fanatismo político ou religioso, seja por qualquer motivo. Não há beleza na guerra.
O filme em si não é ruim, entrega o necessário nas atuações e na ambientação.
O negacionismo promovido pela cruz vermelha e a Mídia internacional, desde de sempre causando a morte de Judeus e minorias. A verdade só aparece com o tempo. Com a volta da extrema esquerda manipulado a informação atualmente, logo acharemos lindo o socialismo, comunismo é o nazi novamente.
7,5/8
Esperem os créditos. Tem um dos momentos mais fortes e importantes do filme, com participação inclusive do Bolsonaro.
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Tudo que este filme tem a nos dizer tem mais a ver com a fuga dos dois jovens judeus eslovacos do que Auschwitz, este aparece mais como cenário de uma das demonstrações mais horripilantes praticadas pelos malditos nazistas.
Por se tratar de um filme que a história se baseia em acontecimentos reais, o diretor Peter Bebjak deu um rumo um tanto quanto confuso e enfadonho, confesso que a certa altura do enredo o sono bateu forte a ponto de pestanejar.
Diante de outros filmes que têm os campos de concentração como pano de fundo, este se torna quase que superficial em comparação a outras produções já existentes.
Não espere um filme especificamente sobre o que acontecia dentro do inferno intitulado Auschwitz, pois o enredo tem como foco o planejamento para escapar da morte certa. "O Protocolo de Auschwitz" tem suas cenas mais fortes sobre o campo de concentração, mas nada que supere ou diferencie do que já foi assistido em filmes já realizados.
Infelizmente os envolvidos nesta produção perderam uma oportunidade e tanto para retratar no cinema uma história que tem como base fatos reais.