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Data de lançamento
14 Julho 2014Duração
Em uma luxuosa e afastada mansão, a poderosa Ângela Mahler (Patrícia Pillar), para comemorar uma de suas conquistas, consegue uma proeza: reunir em uma megafesta a nata da sociedade carioca. Políticos, empresários, amigos, inimigos e amantes. Em meio a muito sexo, fofocas, barracos e conspiração, o impensável acontece: um corpo é encontrado boiando na piscina. A vítima é o bon vivant Bruno (Daniel de Oliveira), desafeto de muitos dos presentes no local. Mas quem matou o advogado?bra
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A série é boa, audiovisualmente falando? É sim! É uma grande produção e muito bem feita, mas porra! Já passou da hora da classe operária valorizar essas merdas de rico. A quem interessa a porra duma morte numa casa de uma milionária? Para que eu fui ver isso? Se só quem poderia me representar seriam os empregados de baixo padrão??? Isso cansa! Assim como também cansa os filmes "De favela". A série toda só tem 01 preto, nem nos figurantes tem preto. Vocês que controlam a escala racial, não me venham com sua "régua pigmentativa" para dizer que Dira Paes e Marcos palmeiras são negões.
White Rich people problems total!
Minissérie com alto padrão de produções globo e um elenco recheado de estrelas onde em sua maioria atuaram de forma excelente. Uma trama a La Agatha Christhie com uma excelente trilha sonora e o diferencial de se passar de uma noite para outra. Os primeiros episódios mais arrastados mas o final engrena. Uma festa deslumbrante e trilha sonora maravilhosa.
a única parte que achei destoando foi o romance do delegado com a Angela que me pareceu muito forçado ele como profissional cair nos encantos dela de uma forma que não rolou química ainda mais para alguém safo na profissão, mas o final amarrou a questão para mostrar que ela o manipulou em todo tempo como é comum a pessoas muito ricas e poderosas
Trilha sonora fantástica! Dançaria a noite inteira naquela festa.
A produção dessa novela exemplifica o porquê da Globo ser a maior emissora do país e uma das maiores do mundo.
Quanto a trama, poderia ser contada em menos capítulos e ter explorado mais a festa, que foi uma mera coadjuvante e chegava a nem aparecer em alguns episódios. Achei o final coerente e fica bem explícito quando se assiste pela segunda vez (meu caso), além de ser uma homenagem a primeira versão da história. As personagens de Camila Morgado e Mariana Lima foram as que mais me agradaram, uma pena não terem tanto destaque. A trilha sonora é excelente e um dos acertos da produção.
Achei muita pompa pra pouco conteúdo. A produção é de primeira, direção boa, atores bons (tá, tem algumas exceções, tipo aquela que faz a mulher do Tony Ramos, péssima), mas o roteiro é muito capenga. Os personagens são chatinhos e previsíveis, a história muito arrastada, cheia de enrolação, as tramas paralelas são insuportáveis (o repórter bipolar que fica tendo aquelas crises, aqueles cozinheiros, os filhos da Cássia Kiss que do nada surgem no rolê). Dava pra editar a série em um filme de 2 horas sem cortar nada importante, e eles me fazem quase 40 capítulos de lenga lenga.
E sinceramente, esperava mais do final e
da personagem da Patrícia Pillar. Jurava que no fim seria revelado que ela arquitetou a morte da família e da governanta para poder ficar sozinha na mansão com a Duda. A forma como ela matou o Bruno no freezer foi bem cruel, mas esperava uma revelação mais bombástica.