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Há cada 5 anos as tribos do Sahara promovem uma corrida com seus melhores cavalos. A corrida é uma grande prova de resistência, tanto para o cavalo como para o cavaleiro. O vencedor recebe os melhores cavalos das tribos perdedoras, além de ganhar prestígio, riqueza e poder. O mais forte e o mais rápido é o Corcel Negro, que significa mais que tudo para Alec Ramsay (Kelly Reno). Os bérberes, os donos originais do corcel, voltaram para recuperar seu campeão e participar da corrida. Mas há também uma tribo perigosa, os Uruk, cujo seu demoníaco líder, Kurr (Allen Garfield), quer impedir que o corcel magnífico participe da corrida. Em razão disto Abu Ben Ishak (Ferdy Mayne) chega em Nova York para pegar seu campeão, mas Kurr também chega para impedir os planos de Abu. No entanto Ishak consegue seu intento e pega o seu cavalo, mas Alec não se conforma e descobre que seu amado corcel está sendo levado para uma região perto de Casablanca, Marrocos. Eentão Alec entra em um avião como clandestino, mas é descoberto durante o percurso. Seu destino seria ser enviado de volta, mas ele faz amizade com alguns garotos e, usando roupas locais, burla a segurança. É quando começa então a maior aventura da sua vida: tentar recuperar seu adorado cavalo.
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29.04.2001
27.12.1989
Uma grande aventura é o que define o filme.
Sequência do filme "O Corcel Negro", de 1979. Nesta aventura, o Corcel Negro é roubado de Alec (Kelly Reno), agora com 18 anos, por ladrões de cavalos. No deserto do Sahara, ele terá de enfrentar muitos perigos para reaver seu amigo.
Tão bom quanto ao anterior, este "O Regresso do Corcel Negro", de 1983, é maravilhoso, singelo, tocante e cheio de sensibilidade. A fotografia, trilha sonora, direção de arte, tudo funciona de forma impecável nessa bonita produção feita para toda a família assistir. Mais um clássico da antológica Sessão da Tarde. Excelente!
Uma uma continuação decente mas tem seus problemas. Foi exaustivamente repetido na Sessão da Tarde, então reassistir esse filme sempre acaba trazendo alguma dose de nostalgia e isso leva a sermos menos rigorosos na avaliação da obra...
Mas analisando friamente o roteiro é absurdamente inverossímil, exigindo um nível extremo de suspensão de descrença para o espectador embarcar na história daquela viagem do menino pra África deixando a mãe desesperada sem maiores informações...
A premissa absurda começa com o sequestro do cavalo pelo donos originais do animal. Toda essa maluquice acontece pois há cada cinco anos, as tribos do Sahara promoveriam uma corrida com seus melhores cavalos. A corrida seria uma grande prova de resistência, tanto para o cavalo como para o cavaleiro. O vencedor recebe os melhores cavalos das tribos perdedoras, além de ganhar prestígio, riqueza e poder...
Apesar de não ser tão "artístico" quanto o original e ser mais voltado para a ação, as locações e fotografia continuam surpreendentes assim como no filme original. Se o filme for visto como um tipo de conto de fadas acaba funcionando, mas infelizmente parecia muito melhor quando visto na infância...
Curiosidade:
O papel do Garanhão Negro foi interpretado por Cass Ole (que estrelou o primeiro filme) e El Mokhtar que foi usado nas cenas de corrida do filme, mas ele morreu de cólica durante a produção do filme.