Dirigido por
Data de lançamento
29 Junho 1956Duração
Em 1862 uma jovem viúva, Anna Leonowens (Deborah Kerr), acompanhada do filho Louis (Rex Thompson), chega em Bangcoc, no Sião, onde foi contratada como professora dos filhos do monarca (Yul Brynner). Entretanto o comportamento dos súditos e a forma que o rei Mongkut faz para impôr sua autoridade criam um choque cultural, no qual se ambos os lados não cederem a convivência será impraticável.
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Consigo facilmente ignorar toda a visão colonialista da trama, até porque é necessário compreender como a arte é sempre produto de seu tempo, proporcionando importantes insights sobre a visão de uma época. O que não dá pra perdoar é quando o filme cai na bobice, vira uma paródia de si mesmo - e essa nem é sua intenção.
O charme dos filmes antigos, aqui, se torna cafona e tedioso.
As ótimas atuações de Deborah Kerr e Yul Brynner junto com parte técnica é o que o filme tem de melhor. Direção de arte, figurino, fotografia, trilha e tudo mais é excelente. Já a direção de Walter Lang não é ruim, mas não tem nada demais, com exceção da cena do teatro. O roteiro é bom, ainda que não traga muito surpreendente. As músicas são boas, mas não as achei muito marcantes.
Dirigido pelo competente Walter Lang, "O Rei e Eu" contém alguns dos mais magníficos cenários da história de Hollywood. Yul Brynner ganhou um Oscar® pela sua memorável interpretação no filme, que tem trilha sonora de Rodgers e Hammerstein e coreografia assinada por Jerome Robbins. A direção de arte e deslumbrante fotografia são espetaculares! Gosto de relembrar os filmes que assistia nos bons tempos da TV aberta. Este antológico clássico musical, foi exibido na extinta sessão Poltrona R (TV Record), na década de 80 e ocasionalmente, na saudosa sessão Classe A (TV Globo), na década de 90. Destaque para Debora Kerr e Rita Moreno, impecáveis nos seus papéis. No contexto geral, um belo filme!
Walter Lang em uma direção impecável aqui. A forma como a história foi contada e a junção com os momentos musicais, fizeram desse filme um clássico. Deborah Kerr e Yul Brynner estão simplesmente perfeitos em seus papéis. Destaque também para a participação da grande Rita Moreno.
Nota: 8/10
Algo como esse filme só poderia ser realizado na década de 50 mesmo.Vem com todos os maneirismos dos grandes musicais da época e a suavidade das apresentações é algo fora de série.Se for partir para as categorias técnicas aí tudo fica ainda melhor.Brynner não sai devendo nada em sua apresentação.Kerr sublime até quando fica em silêncio.
-22 de Julho de 2022