e como muitas vezes a assim intitulada MAE NATUREZA muito nos concede beneficios sejam estes diretos ou indiretos diga se passagem, claro desde que havendo a devida contrapartida ecologica preservacionista a respeito, esta muito muito e incliusive de repente tambem nos TOMA tudo inclusive a chance de permanecer respirando acima de sete palmos de terra, sem tempo, tão pouco se importando com eventuais queixas e lamentaçoes oriundas de homos sapiens a demais criaturas, ja que o poder de idem PUNIR e por consequencia demonstrar a sua FURIA letal será tão instantaneo a ponto de sequer " DESESPEROS " o serem ouvidos em alarde ao horizonte geografico ao redor de quaisquer parte do mundo a contento, de forma que para o aqui "casal de fazendeiros YANKES" mel gibson e Sissy spacek reforço diferentes do que se observa o padrão comportamental predominante em humanos, ja que ha exatos 42 anos estes conviviam bem para com o tema ecologia e cientes de que precisavam dos recursos naturais equilibrados e respeitados, em especial os HIDRICOS diga se passagem, que contudo fazer o que se nem sempre a expressão " OS JUSTOS PAGAREM por EVENTUAIS ERROS DE PECADORES" o poderá ser evitada, pelo contrario de merecedores a nem um pouco " puniveis", ambos quando os elementos sejam estes TERRA AR FOGO e claro AGUA nao o estiverem dispostos a ajudar, mas sim ELIMINAR na pior das hipoteses como aqui a disposição seria total por intermedio deste BOM longa metragem alem de DANEM SE opinioes divergentes, " tal importancia", sentimentos como ALIVIO INEXISTIRÃO, talvez a partir dai PARA TODO O SEMPRE, se e´que porventura ou nao me entendem, em outras palavras a quem interessar ou nao possa, " SEM DESESPERO " na procura por este audio visual raro em exibição direta a tv, ja que dificil obter se a oportunidade gratuita de visualiza lo junto ao seus globulos oculares ? SIM, agora se DIFICIL ? nem tão " desesperador " assim, e fim de papo. " Desesperisticamente " NOTA 9.0.
Sem muitas obras de relevância, o diretor Mark Rydell presenteia o espectador com O Rio do Desespero, uma obra dos meados da década de 80, que tem uma proposta legal, mas o desenrolar é mal lapidado. Começando pela duração e a construção dos personagens, onde os 120 minutos se saem cansativo. Pode ser que com algum outro diretor e até mesmo um refinamento melhor no roteiro, o resultado seria melhor. Mesmo com Mel Gibson já no elenco e com Mad Max e Mad Max 2 na filmografia conseguiu agregar tanto.
O RIO DO DESESPERO foi um filme do cineasta Mark Rydell e indicado ao Oscar de 85 em várias categorias; atriz, canção, edição de som e fotografia. Esta última categoria fez jus a indicação, a fotografia é uma obra de arte realizado pelo já falecido húngaro Vilmos Zsigmond. O enredo é emocionante e desesperado, desde seu prólogo ao final. E o roteiro mostra as nuances da briga por sobrevivência entre a natureza e contra o sistema de posse de terras e os interesses empresárias de lucro pondo fim a vida da agricultora familiar. Mel Gibson e Sissy Spacek estão lindos. E Scott Glenn está ótimo, como de praxe, em mais um personagem de caráter dúbio. Bom filme!
e como muitas vezes a assim intitulada MAE NATUREZA muito nos concede beneficios sejam estes diretos ou indiretos diga se passagem, claro desde que havendo a devida contrapartida ecologica preservacionista a respeito, esta muito muito e incliusive de repente tambem nos TOMA tudo inclusive a chance de permanecer respirando acima de sete palmos de terra, sem tempo, tão pouco se importando com eventuais queixas e lamentaçoes oriundas de homos sapiens a demais criaturas, ja que o poder de idem PUNIR e por consequencia demonstrar a sua FURIA letal será tão instantaneo a ponto de sequer " DESESPEROS " o serem ouvidos em alarde ao horizonte geografico ao redor de quaisquer parte do mundo a contento, de forma que para o aqui "casal de fazendeiros YANKES" mel gibson e Sissy spacek reforço diferentes do que se observa o padrão comportamental predominante em humanos, ja que ha exatos 42 anos estes conviviam bem para com o tema ecologia e cientes de que precisavam dos recursos naturais equilibrados e respeitados, em especial os HIDRICOS diga se passagem, que contudo fazer o que se nem sempre a expressão " OS JUSTOS PAGAREM por EVENTUAIS ERROS DE PECADORES" o poderá ser evitada, pelo contrario de merecedores a nem um pouco " puniveis", ambos quando os elementos sejam estes TERRA AR FOGO e claro AGUA nao o estiverem dispostos a ajudar, mas sim ELIMINAR na pior das hipoteses como aqui a disposição seria total por intermedio deste BOM longa metragem alem de DANEM SE opinioes divergentes, " tal importancia", sentimentos como ALIVIO INEXISTIRÃO, talvez a partir dai PARA TODO O SEMPRE, se e´que porventura ou nao me entendem, em outras palavras a quem interessar ou nao possa, " SEM DESESPERO " na procura por este audio visual raro em exibição direta a tv, ja que dificil obter se a oportunidade gratuita de visualiza lo junto ao seus globulos oculares ? SIM, agora se DIFICIL ? nem tão " desesperador " assim, e fim de papo. " Desesperisticamente " NOTA 9.0.
Me lembro de ter assistido na sessão da tarde a uns 30 anos atrás, revi hoje e é um filme sem pé nem cabeça, roteiro totalmente perdido
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Sem muitas obras de relevância, o diretor Mark Rydell presenteia o espectador com O Rio do Desespero, uma obra dos meados da década de 80, que tem uma proposta legal, mas o desenrolar é mal lapidado. Começando pela duração e a construção dos personagens, onde os 120 minutos se saem cansativo. Pode ser que com algum outro diretor e até mesmo um refinamento melhor no roteiro, o resultado seria melhor. Mesmo com Mel Gibson já no elenco e com Mad Max e Mad Max 2 na filmografia conseguiu agregar tanto.
** (Regular)
O RIO DO DESESPERO foi um filme do cineasta Mark Rydell e indicado ao Oscar de 85 em várias categorias; atriz, canção, edição de som e fotografia. Esta última categoria fez jus a indicação, a fotografia é uma obra de arte realizado pelo já falecido húngaro Vilmos Zsigmond. O enredo é emocionante e desesperado, desde seu prólogo ao final. E o roteiro mostra as nuances da briga por sobrevivência entre a natureza e contra o sistema de posse de terras e os interesses empresárias de lucro pondo fim a vida da agricultora familiar. Mel Gibson e Sissy Spacek estão lindos. E Scott Glenn está ótimo, como de praxe, em mais um personagem de caráter dúbio. Bom filme!