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El ritmo de la venganza - Espanha
Sinopse
Stephanie Patrick é uma agente secreta treinada para ser uma assassina brutal por uma agência, mas na verdade ela busca vingança pela morte suspeita de sua família.
Eu lembro que, lá em 2018, quando fiquei sabendo do lançamento desse filme, fiquei bastante animado, porque ele seria o primeiro longa-metragem produzido pela Eon que não pertencia ao universo de James Bond em décadas de atuação na área cinematográfica. Ele entrou na minha lista de produções para assistir no cinema em 2019, mas acabou sendo adiado, adiado novamente e finalmente desovado no começo de 2020. Não veio para a minha cidade e eu perdi completamente o interesse, até que, ao revisar uma lista de pendências no IMDb, me deparei com ele e decidi que era hora de corrigir essa pendência. Agora, a sensação que fica é que talvez tivesse sido melhor não ter ido atrás.
Após perder a família em um acidente aéreo, Stephanie Patrick descobre que a tragédia foi, na verdade, um atentado. Consumida pelo desejo de vingança, ela é treinada por um ex-agente do MI6 para assumir diferentes identidades e perseguir os responsáveis, transformando-se em uma assassina determinada a descobrir toda a verdade.
Lendo um pouco sobre os bastidores, descobrimos que houve uma verdadeira batalha pelo controle da narrativa, com estúdio, protagonista e diretora querendo um filme de ação mais tradicional, enquanto os produtores defendiam algo mais slow burn. Não sou contrário a uma narrativa mais cadenciada e até prefiro histórias que apresentem melhor seus personagens antes de partir para a ação. O problema é que, para isso funcionar, é necessário existir alguma profundidade nesses personagens, algo que os torne interessantes. E aqui não há nada disso. Se tirarmos o fato de a família da protagonista ter morrido em um acidente de avião, Stephanie praticamente se desfaz: não sobra muita coisa.
Eu entendo que, para Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, fazer um novo filme simplesmente igual aos de James Bond não seria algo interessante. Seria, em essência, fazer a mesma coisa. Mas, convenhamos: para um filme de espionagem, faltaram cenas realmente interessantes, combates bem coreografados, perseguições mais elaboradas e, enfim, boa parte dos componentes que esperamos desse gênero e que ajudam a manter o público envolvido. A tentativa de fugir do modelo tradicional acabou sacrificando justamente aquilo que poderia tornar a experiência mais divertida.
Não sou o maior fã da Blake Lively, mas reconheço que ela consegue ser uma boa atriz quando recebe material suficiente para trabalhar. O problema é que aqui ela recebe uma personagem completamente insossa e sem graça. Ela ainda conta com o suporte de um Jude Law completamente apático e de um Sterling K. Brown absurdamente subutilizado, sendo que ambos poderiam render muito mais.
No fim, saí desse filme com a impressão de estar diante de um primo pobre de James Bond: aquele que tentou fazer as coisas do seu jeito, tentou seguir por um caminho diferente, mas não apenas não conseguiu fugir das comparações como também não conseguiu provar que esse novo caminho poderia dar certo. Há anos existe na internet uma discussão sobre a possibilidade de reformular 007, seja transformando-o em uma mulher, seja em um homem negro, enfim, fugindo da forma como o personagem foi originalmente concebido. The Rhythm Section poderia ter sido uma resposta interessante para essa discussão, uma espécie de versão feminina do clássico herói de espionagem. No final, porém, parece apenas uma oportunidade desperdiçada.
O Ritmo da Vingança. Direção Reed Morano. Tinha tudo para ser um bom filme, mas é uma decepção que não prende atenção. Um thriller de vingança que não encanta, mal elaborado, atores sem química nenhuma. Não prende atenção. Ruim
Filme: O Ritmo da Vingança Assistido: 8-9-25 Elenco: @blakelively @d.judelaw @sterlingkbrown Modelo: #espionagem #terrorismo Duração: 1h 50m Ano: 2020 Minha opinião: Um filme que traz um enredo já conhecido, mas aqui traz a bela Lively no papel. Não sei se caiu bem para ela. Talvez não, pois a bilheteria diz tudo, bem que em momentos difíceis da pandemia. Ela era para ter ido viajar com a família, porém ela não foi, e o avião sofre um atentado terrorista que mata toda a sua família. E ela com sentimento de culpa vive de forma deplorável como uma forma de si auto-penalizar. Vive como prostituta em uma espelunca. Até o dia que um reporter vai até ela e diz ter provas que sabe quem foi o mandante do atentado. Ela foge do bordel e vai até o jornalista, porém ele é morto. Assim ela procura Jude, que é um ex espião, e começa a treina-la, e em alguns dias a transforma em uma espiã, assassina (Kkkkkkk). Assim ela vai descobrir a verdade, mas até o momento que Jude a deixa. Ela elimina uma célula terrorista e mata o cabeça de toda a trama. O filme termina com Jude a procurando dizendo que logo, logo terá um serviço a ela. Vale apena assistir? Se você é fã Lively, assista. Nota: 5
THE RHYTHM SECTION
Direção: Reed Morano
Ano: 2020
Assistido em: 30/08/2026
Eu lembro que, lá em 2018, quando fiquei sabendo do lançamento desse filme, fiquei bastante animado, porque ele seria o primeiro longa-metragem produzido pela Eon que não pertencia ao universo de James Bond em décadas de atuação na área cinematográfica. Ele entrou na minha lista de produções para assistir no cinema em 2019, mas acabou sendo adiado, adiado novamente e finalmente desovado no começo de 2020. Não veio para a minha cidade e eu perdi completamente o interesse, até que, ao revisar uma lista de pendências no IMDb, me deparei com ele e decidi que era hora de corrigir essa pendência. Agora, a sensação que fica é que talvez tivesse sido melhor não ter ido atrás.
Após perder a família em um acidente aéreo, Stephanie Patrick descobre que a tragédia foi, na verdade, um atentado. Consumida pelo desejo de vingança, ela é treinada por um ex-agente do MI6 para assumir diferentes identidades e perseguir os responsáveis, transformando-se em uma assassina determinada a descobrir toda a verdade.
Lendo um pouco sobre os bastidores, descobrimos que houve uma verdadeira batalha pelo controle da narrativa, com estúdio, protagonista e diretora querendo um filme de ação mais tradicional, enquanto os produtores defendiam algo mais slow burn. Não sou contrário a uma narrativa mais cadenciada e até prefiro histórias que apresentem melhor seus personagens antes de partir para a ação. O problema é que, para isso funcionar, é necessário existir alguma profundidade nesses personagens, algo que os torne interessantes. E aqui não há nada disso. Se tirarmos o fato de a família da protagonista ter morrido em um acidente de avião, Stephanie praticamente se desfaz: não sobra muita coisa.
Eu entendo que, para Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, fazer um novo filme simplesmente igual aos de James Bond não seria algo interessante. Seria, em essência, fazer a mesma coisa. Mas, convenhamos: para um filme de espionagem, faltaram cenas realmente interessantes, combates bem coreografados, perseguições mais elaboradas e, enfim, boa parte dos componentes que esperamos desse gênero e que ajudam a manter o público envolvido. A tentativa de fugir do modelo tradicional acabou sacrificando justamente aquilo que poderia tornar a experiência mais divertida.
Não sou o maior fã da Blake Lively, mas reconheço que ela consegue ser uma boa atriz quando recebe material suficiente para trabalhar. O problema é que aqui ela recebe uma personagem completamente insossa e sem graça. Ela ainda conta com o suporte de um Jude Law completamente apático e de um Sterling K. Brown absurdamente subutilizado, sendo que ambos poderiam render muito mais.
No fim, saí desse filme com a impressão de estar diante de um primo pobre de James Bond: aquele que tentou fazer as coisas do seu jeito, tentou seguir por um caminho diferente, mas não apenas não conseguiu fugir das comparações como também não conseguiu provar que esse novo caminho poderia dar certo. Há anos existe na internet uma discussão sobre a possibilidade de reformular 007, seja transformando-o em uma mulher, seja em um homem negro, enfim, fugindo da forma como o personagem foi originalmente concebido. The Rhythm Section poderia ter sido uma resposta interessante para essa discussão, uma espécie de versão feminina do clássico herói de espionagem. No final, porém, parece apenas uma oportunidade desperdiçada.
Fraco. Não tem química, roteiro mal costurado, personagens mal construídos. Pena, o elenco é o tema eram bons. Mas não funcionou.
O Ritmo da Vingança. Direção Reed Morano. Tinha tudo para ser um bom filme, mas é uma decepção que não prende atenção. Um thriller de vingança que não encanta, mal elaborado, atores sem química nenhuma. Não prende atenção. Ruim
Filme: O Ritmo da Vingança Assistido: 8-9-25
Elenco: @blakelively @d.judelaw @sterlingkbrown
Modelo: #espionagem #terrorismo
Duração: 1h 50m Ano: 2020
Minha opinião: Um filme que traz um enredo já conhecido, mas aqui traz a bela Lively no papel. Não sei se caiu bem para ela. Talvez não, pois a bilheteria diz tudo, bem que em momentos difíceis da pandemia. Ela era para ter ido viajar com a família, porém ela não foi, e o avião sofre um atentado terrorista que mata toda a sua família. E ela com sentimento de culpa vive de forma deplorável como uma forma de si auto-penalizar. Vive como prostituta em uma espelunca. Até o dia que um reporter vai até ela e diz ter provas que sabe quem foi o mandante do atentado. Ela foge do bordel e vai até o jornalista, porém ele é morto. Assim ela procura Jude, que é um ex espião, e começa a treina-la, e em alguns dias a transforma em uma espiã, assassina (Kkkkkkk). Assim ela vai descobrir a verdade, mas até o momento que Jude a deixa. Ela elimina uma célula terrorista e mata o cabeça de toda a trama. O filme termina com Jude a procurando dizendo que logo, logo terá um serviço a ela.
Vale apena assistir? Se você é fã Lively, assista.
Nota: 5
Me surpreendeu no final. Não esperava.