O Século do Globo

O Século do Globo (2025)
O Século do Globo
Média do filme: 4.0 de 5 — baseado em 14 votos
MÉDIAFILMOW
4.0
14 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Pedro Bial
Data de lançamento 8 Julho 2025 Outras datas
País de origem Brasil 🇧🇷
Duração 210 min (3h30)
Classificação indicativa de O Século do Globo: 12 - Não recomendado para menores de 12 anos
Status Em Exibição

Dirigido por

Data de lançamento

8 Julho 2025

Duração

210 minutos Classificação indicativa de O Século do Globo: 12 - Não recomendado para menores de 12 anos
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S01 | EP 01 Imagem
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Salvando
S01 | EP 02 Guerra
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Salvando
S01 | EP 03 Poder
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Salvando
S01 | EP 04 Sociedade
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Salvando

Sinopse

A minissérie narra uma sequência de acontecimentos históricos que foram noticiados pelo jornal O Globo ao longo de seus 100 anos de circulação no Brasil, acompanhando também a evolução do mundo nesse período.

Elenco

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A Vida Por Um Sonho | Trailer Legendado

A Vida Por Um Sonho

Comentários 0
amigos querem ver
aterrac
Ana Terra
8 meses atrás

Documentário O Século do Globo. Direção Pedro Bial. Série Documental sensacional, a produção mescla arquivos históricos, entrevistas inéditas e reconstituições dramáticas de eventos marcantes da história do Brasil noticiados pelo jornal. Voltei no tempo, muitos acontecimentos dos anos 80 e 90 que eu acompanhei o desenrolar. Antes da internet as pessoas compravam jornais para ler, muitos liam na condução indo para o trabalho, de manhã comprava o pão e o jornal, levantar cedo no domingo para ir comprar o jornal, eu fazia isso. O jornal tinha esse papel de informação de primeira mão, tinha que começar o dia dando uma lida. Ler o jornal no domingo era meu programa gostava de ler o Globo. Senti falta de alguns colunistas que faziam sucesso na época e não foram citados. A série na realidade é um autorretrato que aborda temas polêmicos, os erros históricos cometidos pelo jornal longo dos anos. Vale destacar Tony Ramos como Roberto Marinho, ficou sensacional um show de maquiagem. Excelente

editado
marciareginaaraujo3
Marcia Regina
1 ano atrás

Gostei de conhecer a história do jornal o Globo. 17/07/25.

jordisonfrancisco
Jordison
1 ano atrás

"O Século do Globo" é um documentário chapa 'quase' branca, mas bem informativo!

‘O Século do Globo’ já está disponível no Globoplay. O documentário é uma produção dos Estúdios Globo, com criação de Pedro Bial.

Cem anos de história. Fatos que marcaram gerações e que determinaram a evolução da sociedade brasileira são retratados em "O Século do Globo", documentário criado por Pedro Bial e produzido pelos Estúdios Globo. Composto por quatro episódios, que foram ao ar na TV aberta neste início de julho de 2025, o documentário apresenta eventos e personagens inesquecíveis, narrados através dos olhos de quem viveu e produziu notícia ao longo dos últimos 100 anos. O projeto, que combina ficção com elementos documentais e entrevistas inéditas, ilumina a trajetória do jornal fundado por Irineu Marinho e conduzido por décadas por seu filho Roberto Marinho, ilustrando seu papel na evolução do jornalismo brasileiro e do próprio país na política, na economia e na cultura.

O jornal, que completa 100 anos no dia 29 deste mês, marcou o início do que se tornaria o maior grupo de mídia e comunicação da América Latina. “A história dos 100 anos do jornal O GLOBO não é só uma história sobre o jornal, trata da matéria prima do jornal: a realidade, os acontecimentos que formaram o Brasil no último século. A história com H maiúsculo”, declara Pedro Bial. “O jornalismo tem que ter a grandeza de se curvar à realidade. E, num arco longo de 100 anos, é possível acompanhar as transformações sociais e culturais e as mudanças na linguagem do jornalismo e da comunicação”, complementa. A ideia de narrar os maiores acontecimentos históricos do país, sob a perspectiva do maior jornal brasileiro, nasce ainda na redação de O GLOBO, e ganha vida no documentário.

No elenco, Tony Ramos e Eduardo Sterblitch interpretam Roberto Marinho em diferentes fases da vida. “Você leva um susto quando te convidam para interpretar um personagem icônico, que faz parte da história recente do Brasil”, afirma Tony Ramos. Apesar de não ter convivido intensamente com Roberto Marinho, Tony explica que as lembranças de quando trabalhava no prédio da emissora no Jardim Botânico o ajudaram a compor o personagem. “O que me chamava atenção – e que guardo com muita nitidez – era a forma como ele chegava: cumprimentava a todos, com naturalidade, chamando muitos pelo nome. Nunca evitava o contato, pelo contrário, havia ali uma presença muito humana, muito respeitosa. Era um homem sereno, muito bem-posicionado, com uma voz baixa, pausada e uma postura sempre muito segura”.

Nascido em 1987, Eduardo Sterblitch não conviveu com Roberto Marinho. “Sempre o enxerguei como uma espécie de Walt Disney brasileiro, um realizador de sonhos. Alguém que fazia o impossível acontecer”, afirma Sterblitch, que enalteceu o trabalho em dupla com Tony Ramos. “Tentamos ser muito sensíveis ao que estávamos construindo juntos. O verdadeiro desafio é encontrar quem esse homem foi por dentro. Esse visionário, esse sonhador que teve coragem de erguer algo grandioso como uma televisão daquele porte no Brasil. É isso que precisa aparecer: o espírito dele. E isso só se alcança com escuta, entrega e verdade”. Além de Tony Ramos e Eduardo Sterblitch, a série conta com os atores Bruno Mazzeo, Rodrigo Simas, Marcelo Airoldi, Ravel Andrade, João Vitor Silva, Miguel Rômulo, Livia Silva, entre outros.

Para contar essa história, a narrativa de ‘O Século do GLOBO’ é guiada em três eras específicas. O período entre 1925 e 1954, na primeira redação do jornal; os anos 1960 e 1970, com o jornal em uma sede maior; e por fim, de 1980 a nossos dias, marcados pela modernização tecnológica. As antigas redações foram recriadas de forma inédita no Estúdio de Produção Virtual dos Estúdios Globo, o maior da América Latina, inaugurado no fim de 2024. A reconstituição só foi possível graças à tecnologia do estúdio, que conta com câmeras com tracking de alta precisão e recursos de Inteligência Artificial e Realidade Aumentada.

“Conseguimos realizar algo extraordinário: graças aos novos recursos dos Estúdios Globo, sob a liderança de Gian Carlo Bellotti, foi possível recriar as redações históricas. Pessoas que trabalharam nesses ambientes – e mesmo aquelas que apenas conheciam as fotografias – tiveram reações emocionadas. Foi realmente impressionante. A sensação foi como aquela nostalgia que sentimos por algo que nunca vivemos, uma saudade do que não existiu. Nesse cenário, as pessoas se sentiram confortáveis para compartilhar seus testemunhos de forma espontânea e sincera”, conta Pedro Bial.

O set serviu de cenário para 48 entrevistas inéditas feitas para o documentário. Depoimentos carregados de emoção e riqueza de detalhes, que refletem a atmosfera nostálgica de quem revisitou o passado e ajudou a construir o futuro da comunicação. Além de entrevistas com os filhos de Roberto Marinho (João Roberto Marinho, José Roberto Marinho e Roberto Irineu Marinho) e com os netos Paulo Marinho e Roberto Marinho Neto, a série ouviu nomes como Leonêncio Nossa, Ali Kamel, Miriam Leitão, Merval Pereira, Fred Kachar, Pedro Dória, Fernando Gabeira, Flávia Oliveira, Domingos Peixoto, e o funcionário mais antigo do jornal, Marcelo Monteiro.

Fundado em 29 de julho de 1925, no Rio de Janeiro, por Irineu Marinho, o jornal O GLOBO surgiu diante da promessa de uma imprensa moderna, conduzida a serviço da população brasileira e que fosse, sobretudo, independente aos rumos da política nacional - aspecto este que continua guiando o DNA do veículo até hoje, um século depois. Após o falecimento de Irineu Marinho, menos de um mês depois da criação do periódico, o jornal seguiu seu legado de modernidade e isenção, sob direção de Roberto Marinho, que se tornaria figura central na história do jornalismo brasileiro.

Ao reconhecer que a trajetória do jornalismo brasileiro se confunde com a história do próprio país, a obra ainda destaca jornalistas do periódico que contribuíram para o desenvolvimento da cultura, política e do esporte no Brasil, como Nelson Rodrigues, Mário Filho e Evandro Carlos de Andrade. “O jornal desempenhou um papel fundamental na cultura, na política e na formação de leitores. Grande parte dos valores presentes no jornal O Globo está incorporada no pensamento da Globo como um todo. A valorização da imagem, a inovação gráfica, o olhar humano e, sobretudo, a vontade de instruir e ser relevante. Essa gênese criativa, que começou em 1925 permanece viva até hoje. Poder contar essa história é testemunhar até onde uma ideia e uma vontade podem chegar”, afirma o diretor artístico do documentário, Gian Carlo Bellotti.

O documentário é chapa 'quase' branca. Isso porque há um exagero de bajulações de Pedro Bial, que se mostra mais empolgado até do que os filhos de Roberto Marinho, e muito pouca autocrítica. O apoio do jornal ao golpe de 1964 é bem retratado, mas bastante romantizado. A impressão que passa é que o veículo apoiou por falta de opção, o que não é verdade. Outro ponto que abordam é a respeito da parcialidade descarada em prol da chamada 'Operação Lava-jato', a ponto de não questionar nenhuma das ilicitudes cometidas por Sérgio Moro, por exemplo. Até há um breve relato em cima da forma equivocada como tudo foi noticiado, mas bem pouco diante de tudo o que aconteceu. Já em relação ao impeachment sofrido por Dilma Roussef não houve qualquer menção em cima das reportagens que sempre reforçaram a motivação das 'pedaladas fiscais', quando na verdade foi um reação do congresso nacional, liderado por Eduardo Cunha, diante da recusa da então presidenta em aceitar as imposições dos deputados. São pontos polêmicos que necessitavam de uma maior transparência. Mas é inegável o capricho da produção e o saldo é positivo diante da riqueza de vários depoimentos, incluindo as braves cenas interpretadas por um talentoso elenco.

ebenzatti
Eduardo Benzatti
½
1 ano atrás

Nossa o sistema Globo deveriav ser estutado como um case antropológico. O grupo passa a maior parte dos seus 100 anos assumindo seus erros e errando novamente nas mesmas situações. Então vejamos: "depois do Lacerda decidimos não apoiar mais nenhum candidato ao poder": só os governos militares, Tancredo, Sarney, Collor, Itamar... e qdo todos esses - por um motivo ou outro - não são mais populares, então, a Globo apoia o "povo"! E eles admitem isso como prova de bom jornalismo! Bial (aquele q batia em mulheres) - q é mais "chapa branca" q os filhos do Roberto Marinho - fica elogiando o Globo até onde os herdeiros criticam! E, por fim, a "pérola": "se nem petistas e nem bolsonaristas gostam da gente, então, estamos na posição correta"! Meu Deus!

editado
_pedromachado_
Pedro Machado
1 ano atrás

Documentário bem detalhado sobre a criação do jornal e toda a influência que ele teve ao longo da história recente do país.

Além de fazerem um trabalho incrível de reconstituição de época e de entrevistas com pessoas que ajudaram a fazer o jornal, outro ponto que merece destaque foi que, ao contrário das expectativas, abordaram também as partes mais polêmicas como o alinhamento do Roberto Marinho com a ditadura.

Pelos depoimentos dá a impressão que ele realmente era um anti-comunista, mas essa aliança com os militares também foi feita por questões práticas. Tomar essa decisão era quase uma questão de sobrevivência pois dificilmente algum jornal poderia continuar funcionando se fizesse algum tipo de oposição política naquele período de censura pesada.

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Elenco de O Século do Globo

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Pedro Bial 7 65

Pedro Bial

(Apresentador e narrador)
Eduardo Sterblitch 33 344

Eduardo Sterblitch

(Roberto Marinho (jovem))
Tony Ramos 19 808

Tony Ramos

(Roberto Marinho (velho))

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