Histórias verídicas e roteiros baseados em livros são, quase sempre, premissas de grandes filmes. “O Sequestro de Daniel Rye” é um relato intrinsecamente dramático, filmado com câmera na mão, de forma trêmula, e contado com maestria, inteligência e uma contenção paradoxal — tanto por parte dos diretores (Niels Arden Oplev, que já havia me conquistado em “Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres”) quanto pelo maravilhoso Esben Smed, que entrega uma atuação soberba. É um filme refinado, forte e comovente, que resiste à tentação de simplificar ou explorar os horrores do terrorismo em prol do entretenimento e da bilheteria. São quase duas horas e meia de um drama lento e deliberado — difícil de assistir, no melhor sentido da palavra. Tenho ainda viva na memória a cena real de James Foley. Quem acompanhou as notícias na época provavelmente jamais conseguirá esquecer. E quem assistir O Sequestro de Daniel Rye também não o esquecerá facilmente.
Quando se fala em sequestro e baseado em fatos reais na mesma frase já sabemos que vem um filme enormemente pesado, aqui não foi diferente, tortura, muita maldade, sadismo, e o único erro de Daniel foi querer ser um aventureiro ingênuo... Triste saber quantos inocentes, homens e mulheres, jornalistas, humanitários, torturados diariamente por uma guerra sem sentido (toda guerra é sem sentido). Uma obra fantástica, muito bem produzida, as cenas de torturas dói na gente… #Chorei
Histórias verídicas e roteiros baseados em livros são, quase sempre, premissas de grandes filmes. “O Sequestro de Daniel Rye” é um relato intrinsecamente dramático, filmado com câmera na mão, de forma trêmula, e contado com maestria, inteligência e uma contenção paradoxal — tanto por parte dos diretores (Niels Arden Oplev, que já havia me conquistado em “Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres”) quanto pelo maravilhoso Esben Smed, que entrega uma atuação soberba.
É um filme refinado, forte e comovente, que resiste à tentação de simplificar ou explorar os horrores do terrorismo em prol do entretenimento e da bilheteria. São quase duas horas e meia de um drama lento e deliberado — difícil de assistir, no melhor sentido da palavra.
Tenho ainda viva na memória a cena real de James Foley. Quem acompanhou as notícias na época provavelmente jamais conseguirá esquecer. E quem assistir O Sequestro de Daniel Rye também não o esquecerá facilmente.
Quando se fala em sequestro e baseado em fatos reais na mesma frase já sabemos que vem um filme enormemente pesado, aqui não foi diferente, tortura, muita maldade, sadismo, e o único erro de Daniel foi querer ser um aventureiro ingênuo...
Triste saber quantos inocentes, homens e mulheres, jornalistas, humanitários, torturados diariamente por uma guerra sem sentido (toda guerra é sem sentido). Uma obra fantástica, muito bem produzida, as cenas de torturas dói na gente… #Chorei
Filmaço, adoro filmes sobre fatos reais, só tirei 1/2 ⭐️ pela falta de informação sobre a passagem de tempo, isso me incomodou.
Demonstra a crueldade do ser humano, é ainda mais perturbador por ser baseado em fatos reais.
- Baseado em uma história real;
- Prêmio Bodil 2020: premiado como Melhor Atriz Coadjuvante (Sofie Torp). Indicado a Melhor Ator (Esben Smed), Atriz Coadjuvante (Christiane Gjellerup Koch) e Talento Especial (Sofie Torp);
- Festival de Gotemburgo 2020: seleção oficial;
- Orçamento: DEK 41 milhões;
- Bilheteria Mundial: US$ 57,2 mil;