"The Sign of the Ram" (O Signo de Áries) é o sexto filme da carreira do grande cineasta John Sturges. Baseado no livro homônimo de Margaret Ferguson, o longa apresenta um drama familiar, no qual a segunda esposa de um jovem viúvo passa a controlar e a manipular a vida de todos à sua volta.
Quando ficou viúvo, Mallory (Alexander Knox) tinha 3 filhos: Logan (Ross Ford), Jane (Allene Roberts) e Christine (Peggy Ann Garner). Casou-se novamente com Leah (Susan Peters), porém, num grave incidente no mar, Logan e Jane quase perderam a vida, sendo bravamente salvos por Leah. Ela, entretanto, não teve a mesma sorte e foi atirada pelas ondas contra os rochedos, fraturando a coluna e ficando paraplégica.
Leah, por tal atitude de bravura e também por não se deixar abater pela fatalidade, passou a ser admirada e respeitada por todos da família. Por outro lado, o núcleo familiar, para Leah, além de ser um porto seguro, era o que lhe trazia a paz e a força para continuar. Desenhava-se assim o perfil de uma grande matriarca, capaz de tomar decisões e interferir no destino de todos.
Leah começou a ter medo de perder esse alicerce com a chegada de sua nova secretária Sherida (Phyllis Thaxter), por achar que Mallory poderia se interessar pela moça. Depois, quando Jane decidiu casar-se com o médico da família e, por fim, quando Logan reencontrou uma amiga de juventude e descobriu-se ainda apaixonado por ela, comunicando à Leah que também desejava casar-se.
Todos esses eventos despertaram em Leah seu maior temor: o de deixar de ser o centro daquela família, perder a liderança e o poder que exercia sobre todos. Como uma típica e obstinada ariana, Leah não poderia permitir que isso acontecesse, ainda que precisasse usar meios escusos para alcançar seu propósito.
Este foi o último longa-metragem estrelado por Susan Peters, que realmente havia ficado paraplégica devido a um acidente ocorrido 3 anos antes do filme. À época de seu lançamento, o longa não foi bem recebido pela crítica, e também não rendeu uma boa bilheteria. Com o tempo, isso mostrou-se injusto. Trata-se, na verdade, de uma adaptação clássica e bem dirigida, com bela fotografia e atuação elegante de Susan Peters.
"The Sign of the Ram" (O Signo de Áries) é o sexto filme da carreira do grande cineasta John Sturges. Baseado no livro homônimo de Margaret Ferguson, o longa apresenta um drama familiar, no qual a segunda esposa de um jovem viúvo passa a controlar e a manipular a vida de todos à sua volta.
Quando ficou viúvo, Mallory (Alexander Knox) tinha 3 filhos: Logan (Ross Ford), Jane (Allene Roberts) e Christine (Peggy Ann Garner). Casou-se novamente com Leah (Susan Peters), porém, num grave incidente no mar, Logan e Jane quase perderam a vida, sendo bravamente salvos por Leah. Ela, entretanto, não teve a mesma sorte e foi atirada pelas ondas contra os rochedos, fraturando a coluna e ficando paraplégica.
Leah, por tal atitude de bravura e também por não se deixar abater pela fatalidade, passou a ser admirada e respeitada por todos da família. Por outro lado, o núcleo familiar, para Leah, além de ser um porto seguro, era o que lhe trazia a paz e a força para continuar. Desenhava-se assim o perfil de uma grande matriarca, capaz de tomar decisões e interferir no destino de todos.
Leah começou a ter medo de perder esse alicerce com a chegada de sua nova secretária Sherida (Phyllis Thaxter), por achar que Mallory poderia se interessar pela moça. Depois, quando Jane decidiu casar-se com o médico da família e, por fim, quando Logan reencontrou uma amiga de juventude e descobriu-se ainda apaixonado por ela, comunicando à Leah que também desejava casar-se.
Todos esses eventos despertaram em Leah seu maior temor: o de deixar de ser o centro daquela família, perder a liderança e o poder que exercia sobre todos. Como uma típica e obstinada ariana, Leah não poderia permitir que isso acontecesse, ainda que precisasse usar meios escusos para alcançar seu propósito.
Este foi o último longa-metragem estrelado por Susan Peters, que realmente havia ficado paraplégica devido a um acidente ocorrido 3 anos antes do filme. À época de seu lançamento, o longa não foi bem recebido pela crítica, e também não rendeu uma boa bilheteria. Com o tempo, isso mostrou-se injusto. Trata-se, na verdade, de uma adaptação clássica e bem dirigida, com bela fotografia e atuação elegante de Susan Peters.