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A possível existência de um tesouro, escondido durante as invasões turcas na Áustria, em 1683, provocará diferentes reações na família de um fundidor de sinos de Marlbour. Amor, cobiça, mistério e uma pitada de humor são alguns dos ingredientes dessa maravilhosa estréia de Pabst. A restauração do filme, sob supervisão da cinemateca da Bélgica, teve como base uma cópia descoberta nos arquivos de Narodni filmovy archiv de Praga. A trilha original é de Max Deutsh.
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Saio surpreso de O Tesouro, até porque empre me incomodou o viés melodramático de Pabst em seus títulos mais famosos. A construção imagética de uma aura expressionista tão presente na fotografia e nos cenários junto com este conto de ambição e ganância funcionaram muito bem. Meu Pabst favorito, de longe.
Pabst estreia no cinema com um conto moral sobre ambição, amor e cobiça. Exemplar do expressionismo alemão que pode pode ser notado na magnifica direção de arte: A casa do fabricante de sinos é impressionante tanto por dentro quanto por fora. O filme também inova ao mostrar um cena duas vezes sob diferentes pontos de vista.
Finalmente fiz as pazes com o Pabst: este filme é ótimo! Apesar de sua sinopse aventuresca, das questões expressionistas sobre os delírios de grandeza, o que importa e predomina aqui é o amor: neste sentido, o desfecho é encantatório! Werner Krauss está magnífico! E a fotografia clareada e artificiosamente naturalista (pasmem!) também é ótima! (WPC>)