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Georg Wilhelm Pabst

Nomes Alternativos: G.W. Pabst

39Número de Fãs

Nascimento: 25 de Agosto de 1885 (81 years)

Falecimento: 29 de Maio de 1967

Raudnitz, Bohemia - República Checa

Foi um cineasta nascido na antiga Áustria-Hungria.

De origem modesta, filho de um ferroviário, nascido em Raudnitz, em 1885, Pabst sempre foi um espírito inquieto: bem jovem, ele foi para Nova Iorque com o objetivo de tornar-se ator de teatro. Em 1914, voltou atravessando a França, onde foi surpreendido pela eclosão da Primeira Guerra. Foi internado por quatro anos como “cidadão inimigo” num campo de prisioneiros. Libertado, partiu para Berlim, onde se associou, como roteirista, ao veterano cineasta Carl Frölich, que mais tarde aderiria ao nazismo. Pabst tampouco era alheio aos discursos difundidos pelo NSDAP: mesmo em seus primeiros filmes já podemos encontrar sinais de uma aproximação ideológica, como em sua obra de estréia como diretor aos 38 anos de idade.

Pabst é considerado por muitos como o maior diretor de cinema alemão, à sua época. Ele era louvado por atores e atrizes pela forma humana com que os tratava, diferentemente de vários contemporâneos seus.

Seus mais conhecidos filmes são as parcerias com Louise Brooks e Die 3-Groschen-Oper (A Ópera dos Três Vinténs), baseada no musical de sucesso escrito por Bertold Brecht e Kurt Weill. O filme não é totalmente fiel ao texto da peça, mas mantém as composições originais de Weill e traz a esposa deste, a cantora Lotte Lenya, num dos papéis de destaque. Ainda durante as filmagens, Pabst e o produtor Seymour Nebenzahl foram processados por Bertolt Brecht e Kurt Weill. Em 1953, Pabst dirigiu óperas na Itália, sendo uma delas (Aïda) protagonizada por Maria Callas.

Morreu em Viena e lá está enterrado - no Zentralfriedhof, o mais famoso cemitério da cidade.