Han Van Meegeren, o herói holandês, ganhou sua fama como o maior forjador de arte de todos os tempos pelo seu trabalho vendendo quadros de Johannes Vermeer falsificados para os nazistas.
A história, baseada em fatos reais, é bem curiosa e totalmente desconhecida por mim. O filme, no entanto, não prendeu muito a minha atenção, a não ser da metade pro final. Destaque para as grandes atuações de Guy Pearce e Claes Bang. ----- assistido no Film & Arts -----
Ao longo da segunda guerra mundial várias obras artísticas foram roubadas de museus, galerias de arte e inimigos do regime nazista por onde os soldados do Reich passavam, muitas dessas obras nunca foram reencontradas, enquanto outras ajudaram a capturar fugitivos. ... Em Último Vermeer acompanhamos Joseph Piller, um soldado da resistência que ficou responsável por investigar um renomado artista holandês depois de encontrarem uma obra de Josehannes Vermeer num esconderijo nazista. ... Na busca por colaboracionistas Han van Meegeren surge como um esnobe pintor e negociador de arte, guardião de um segredo que pode levá-lo para a morte por traição. Piller e seus companheiros são os únicos que podem evitar isso, mas antes precisam provar que o artista também era um golpista. ... Baseado em eventos reais, somos levados para uma Europa que ainda sobrevive nas ruínas da guerra, com conflitos de interesses entre as agências de segurança locais e de transição, e com uma população empobrecida que era acalmada por execuções públicas dos supostos traidores. ... A narrativa dividida em dois atos é bem conduzida em ambas, a princípio temos uma investigação com passagens da cena artística holandesa pré guerra por meio de flashbacks e questionamentos sobre o que seria arte. Essas questões sugerem as pistas para o segundo momento, quando o filme se transforma num drama de tribunal e provar um crime torna-se a única forma de garantir a liberdade do acusado. ... A ambientação é muito bem construída, com as feridas da guerra e da ocupação ainda abertas visíveis na sujeira que toma as roupas, construções e intensificado pelo filtro acizentado que é típico de produções que retratam esse período.
A história, baseada em fatos reais, é bem curiosa e totalmente desconhecida por mim.
O filme, no entanto, não prendeu muito a minha atenção, a não ser da metade pro final.
Destaque para as grandes atuações de Guy Pearce e Claes Bang.
----- assistido no Film & Arts -----
11/12/2022
Ao longo da segunda guerra mundial várias obras artísticas foram roubadas de museus, galerias de arte e inimigos do regime nazista por onde os soldados do Reich passavam, muitas dessas obras nunca foram reencontradas, enquanto outras ajudaram a capturar fugitivos.
...
Em Último Vermeer acompanhamos Joseph Piller, um soldado da resistência que ficou responsável por investigar um renomado artista holandês depois de encontrarem uma obra de Josehannes Vermeer num esconderijo nazista.
...
Na busca por colaboracionistas Han van Meegeren surge como um esnobe pintor e negociador de arte, guardião de um segredo que pode levá-lo para a morte por traição. Piller e seus companheiros são os únicos que podem evitar isso, mas antes precisam provar que o artista também era um golpista.
...
Baseado em eventos reais, somos levados para uma Europa que ainda sobrevive nas ruínas da guerra, com conflitos de interesses entre as agências de segurança locais e de transição, e com uma população empobrecida que era acalmada por execuções públicas dos supostos traidores.
...
A narrativa dividida em dois atos é bem conduzida em ambas, a princípio temos uma investigação com passagens da cena artística holandesa pré guerra por meio de flashbacks e questionamentos sobre o que seria arte. Essas questões sugerem as pistas para o segundo momento, quando o filme se transforma num drama de tribunal e provar um crime torna-se a única forma de garantir a liberdade do acusado.
...
A ambientação é muito bem construída, com as feridas da guerra e da ocupação ainda abertas visíveis na sujeira que toma as roupas, construções e intensificado pelo filtro acizentado que é típico de produções que retratam esse período.
Que diálogos ! Estupenda a atuação de Guy Pearce !
E Claes Bang, sempre bem...!
Com talento e por pura vaidade, o homem que enganou os Nazistas !!
Que filme maravilhoso !!!
Gostei do filme, suspense bacana