Século 19, Pittsburgh. Mary Rafferty (Greer Garson), uma bela jovem que vem de uma família pobre de metalúrgicos, começa a trabalhar na casa de uma família rica, os Scott, proprietários da metalúrgica. E logo chama a atenção do charmoso Paul Scott (Gregory Peck), mas o romance é atrapalhado pelo compromisso de Paul com uma dama da sociedade.
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Greer Garson como sempre competente. Gregory Peck e seu charme habitual. Adorei ver a jovem Jessica Tandy, uma atriz incrível já nos primeiros papeis.
É um filme simples e bonito, achei interessante a Gladys Cooper interpretando alguém que é gente boa, depois de tantos filmes ("O jardim secreto", "Vidas separadas", "A canção de Bernadette", "A estranha passageira", etc) em que ela interpreta velhas mais corocas que a Dona Florinda. Greer Garson é maravilhosa, sempre ótima atriz. Curioso ver uma jovem Jessica Tandy. E, principalmente, SEMPRE É BOM VER GREGORY PECK.
Drama indicado a 2 categorias no Oscar: melhor atriz, Greer Garson (1904-1996), e melhor trilha sonora original. Mistura de dramalhão sentimental com preocupações de cunho social. Mesmo sendo um ótimo ator, Gregory Peck nunca foi considerado um galã,
pois tinha um senhor par de orelhas.
Na Pittsburgh de 1870, uma criada irlandesa, Mary Rafferty, casa-se com o filho mais velho do patrão, Paul Scott, dono da mina onde o pai dela ficou aleijado quando lá trabalhava.
Algumas cenas interessantes são as de Mary Rafferty no 1° dia de serviço como empregada, que são bem engraçadas devido sua insegurança no cargo; além de seu irado pai inválido, Pat Rafferty, que não aceita a decisão da filha de se envolver com a família dos Scotts; e a briga trágica durante uma negociação de greve.
O drama é o que menos gostei entre os da 'maratona' Gregory Peck que tenho assistido (já vi 7). E também achei que Peck e Garson não têm uma boa química.
Não me conquistou. =(
No fim, eu acabo favoritando todo filme que vejo da Greer Garson. Isso porque eles me dão esperança, me fazem sentir bem, mesmo quando está tudo dando errado, e com esse não foi diferente. A atuação dela é sempre muito sincera e sutil. O Oscar de 1946 foi muito difícil de decidir, foram grandes filmes, com grandes atrizes.