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Anne Welles é uma jovem e esperta colegial que deixa sua pequena cidade para se aventurar na Broadway, onde espera arrumar um bom trabalho e conhecer um homem sofisticado. O caminho é longo mas tudo acontece muito rápido. Primeiro ela passa por Manhattan e logo decide rumar para Hollywood. É quando ela irá compartilhar experiências com duas outras jovens: Jennifer North faz o tipo e gênero Marilyn Monroe, que quer ser aceita pelos homens como um ser humano e não como objeto sexual; Neely O'Hara é uma talentosa atriz em início de carreira, mas acusada por uma veterana estrela de usar métodos não convencionais para arrumar seus papéis.
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Há algo de esquisito em seu roteiro, de modo que, as interações entre as três protagonistas (Patty Duck, Barbara Parkins, Sharon Tate) não possuiu em seu enredo tanta consistência, deixando personagens e intenções vagas. É um filme belamente fotografado, estiloso para sua época. Entretanto, enquanto roteiro e condução narrativa o filme derrapou. Ficou alguns bons momentos interpretativos do trio de novas atrizes (da época) e algumas cenas da Susan Hayward. Também vale como preâmbulo comportamental de uma Hollywood que passava nesta época por mudanças políticas e sociais, visto que, a indústria de cinema hollywoodiana é carrasca com suas estrelas em pré-decadência e declínio.
confuso, esquisito, estória meio perdida... da metade pro final melhora uns 70%, mas poderia ter sido melhor desenvolvido. patty duke em uma atuação hilária e exagerada talvez seja a cereja do bolo.
Esperava uma coisa, mas na verdade era outra; com 1h hora de filme, eu estava achando maçante, depois melhora, porém, eu ainda esperava mais do filme! Vale pela Sharon Tate, primeiro filme dela que vejo.
Adoro esse filme. Gosto dos personagens, Sharon Tate divinaaaa!
Pensando na época que foi feito achei bem corajoso abordar um assunto sobre drogas e ate mesmo a toxicidade do meio artistico.
A primeira parte dele não achei tão bem construída que além de ser lenta mostrou pouco do como realmente eram as personagens, mas a segunda achei boa, foi mais trabalhada com mais cuidado os problemas que acontecem e ate prendem mais atenção.
E sem duvida a coisa que mais gostei foi a Sharon Tate, que tem uma personagem bem interessante, que apesar de não ter tanta profundidade foi difícil não sentir empatia e até um certo carinho por ela.