Dirigido por
Duração
Documentário que aborda o lugar que a escrita tem para aquele que escreve, tendo como objeto escrevinhadores compulsivos que vivem em São Paulo. Gregório escreve como se fala, nomeando as presenças do mundo no instante em que elas estão sendo criadas. Tatiana busca alcançar através da escrita de suas máquinas o ideal científico de um corpo sem falhas. Orlando corrige o defeito da língua feminilizando as palavras. São escritas muito singulares, excessivas, mas raramente lidas, pois não se adequam aos códigos já estabelecidos. Não se apóiam no sentido, não buscam uma comunicação. Subvertem as leis da linguagem, inventam palavras, manipulam as letras, modelam o vazio.
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https://www.youtube.com/watch?v=Uk6KFsxP4Y4&t=18s
Belo.
Encantada com o documentário. Encantada com nossas dermes e epidermes da alma. (Com toda certeza o zero não é vazio).
O zero não é vazio, é o número mais cheio de ar que existe.
O cara que faz cerâmica é um verdadeiro filósofo. Escrever transcende mesmo.