Michael Courtland é um importante homem de negócios em New Orleans. Mas sua feliz rotina familiar é interrompida quando a mulher e a filha são sequestradas e tragicamente mortas durante o resgate. Muitos anos depois, o empresário está na Itália a negócios quando conhece e se apaixona por uma mulher que guarda incrível semelhança com sua falecida esposa.
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Ufa!! Como ralei para ver este filme do icônico Brian De Palma, de modo que, foi anos a fio buscando este título (esquecido do grande cineasta De Palma) e dificílimo de achar. Até que hoje, finalmente, encontrei-o disponível no UNITV legendado com ótima restauração de imagem e que filme hein!! Muito feliz em tê-lo visto, aliás. Trama muito bem montada (apesar que não deixou muito bem explicado algumas situações), mas não importa, uma vez que, a fotografia de Vilmos Zsigmond, a trilha composicional de Bernard Hermann, as locações, tanto em Nova Orleans quanto em Florença na Itália são inebriantes. Na mesma proporção, produção caprichada de Paul Hirsh e Brian de Palma e roteirizado por Paul Schrader que tem em seu terço final um dos finais mais alucinantes do cinema. Com essa equipe, não tinha como este filme dar errado, comumente, a interpretação de Geneviève Bujold é atordoante. Cliff Robertson desempenha um papel contido. E John Litghow como de praxe encarna mais um personagem nada confiável. Fiquei a todo momento fascinado com a fotografia, as locações, o clima... tudo neste filme é classudo! Como tudo que Brian De Palma erigiu em sua carreira de cinesta! Contentíssimo em poder assistir a esta obra, finalmente!
O final dramático, com uma filha dando a entender que beijará o pai, fecha um filme bastante divertido, assim como a maioria do De Palma.
Achei um pouco contido demais, porém. Talvez o mais contido que já vi dele.
Recomendo muito mais O fantasma do paraíso. De Palma sem medo e sem vergonha.
🫴🏽.....💼
Visto hoje(03/08/2025) e pela primeira vez esse thriller mediano de Brian De Palma com um roteiro confuso e caótico. É interessante notar também que o primeiro terço do filme se passa na última década dos anos 50, embora muitas características de estilo (calçados, penteados, moda...) pertençam inequivocamente aos anos 70. O filme está repleto de inconsistências que o fazem parecer antiquado e ingênuo. O maior problema que achei é o ator principal Cliff Robertson, que mantém uma cara de pau com a mesma expressão e nunca convence.
O enredo também é bobo e fraco, já que Bob esperou quinze anos para seduzir Mike e tomar seu patrimônio. O romance incestuoso entre Mike e Sandra também é fraco, já que ela poderia ser uma "boa moça católica", mas certamente teve intimidades com o pai em nome da vingança. Por último, mas não menos importante, este é o primeiro longa de John Lithgow, que sempre esteve fadado a ser o vilão.
De Palma queria que seu próprio talento e ostentação fossem a atração principal aqui, mas seu humor lânguido e surreal parece apenas arrastado, e sua óbvia consideração pelo estilo de Hitchcock não me atraiu.
É bem interessante e consegue imprimir um clima intrigante de mistério praticamente durante toda sua duração.
Fazia muito tempo que não assistia nada com o John Lithgow, foi legal revê-lo nas telas.