Gabriel
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Últimas opiniões enviadas

  • Gabriel
    6 dias atrás

    Faltou delírio. Não sei se foi o formato meio nem lá nem cá entre cinema, TV e teatro.
    O beijo no asfalto supre esse vão de caos.

  • Gabriel
    6 dias atrás

    Dos anos 60 pra cá, vejo que há outros dois filmes que dialogam muito bem com Peões: Cabra marcado para morrer e ABC da greve.
    O primeiro mostra como as ligas camponesas foram destruídas pela ditadura, enquanto o segundo explora o que estas pessoas, que saíram do campo para fugir da miséria, conseguiram fazer lutando em conjunto.
    O terceiro capítulo desta história, claro, é Peões: Chegou o momento em que um operário se tornou presidente da república. Como chegamos aqui?
    A fórmula do Coutinho responde primorosamente todas as questões colocadas, como sempre. Alguns se arrependem de terem passado pouco tempo com os filhos, outros contam histórias que claramente não são verdadeiras, enquanto outros não desejam a ninguém que se passe pelo que se passou. O otimismo vigora entre todos.
    O Hirszman e o Coutinho já morreram, então nunca saberemos quem eles entrevistariam em 2026 para seguir essa narrativa. Depois do fim das ligas camponesas, da luta dos que migraram para as cidades, de um operário se tornar presidente, o que se tornou o Brasil? Qual foi a reação a estes avanços? O que as pessoas pensam disso? Que história agora é contada frente a uma câmera sentado num sofá de casa?

    Pra quem gostou, recomendo O ABC da greve.

  • Gabriel
    6 dias atrás

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Soa fácil criar uma narrativa de equívocos, vícios, mentiras e terminar com certa punição ao personagem. Os Safdie estão fazendo isso há mais de uma década.
    Go go tales vai no rumo contrário: Ray é jogado para baixo e depois é arremeçado para cima. Há um triunfo quando não havia nenhuma outra esperança. Quando as pessoas ao seu redor (que o amavam) já haviam cansado de fechar os olhos para a materialidade.
    É cada noite maluca que a gente vive: não dá pra ver muito bem os rostos, as madrugadas parecem longas, com cantorias malucas, brigas que não sabemos bem onde começam e terminam. Tudo isso envolvendo um personagem que ama estar ali. Ele não consegue deixar de sorrir quando vê que a noite seguinte será igual.
    Que delícia o cinema do Ferrara.
    Pra quem gostou, recomendo O Vício. Outra noite do Ferrara.

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