Como a busca por uma criança desaparecida está mobilizando toda a cidade em que vivem, cinco amigos que vivem no mesmo apartamento resolvem por explorar os cinco sentidos do ser humano - paladar, olfato, visão, audição e tato - para, ao analisar os resultados obtidos, ajudá-los com assuntos que tomaram conta de suas vidas nos últimos dias.
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O cinema Canadense é modesto mas bem intenso e significativo, bom filme.
O roteiro parte de uma ideia curiosa e original que é tratada com competência e delicadeza pela direção. Obs: A sinopse aqui no Filmow não está nada de acordo com aquilo que está no filme.
Os cinco sentidos cada um com a sua própria solidão. O clima do filme me remeteu às imagens de Edward Hopper (1882-1967), cujos trabalhos tornaram-se o símbolo da vida fria e solitária do continente norte-americano. Jeremy Podeswa muito provavelmente, inspirado nos quadros do grande pintor, dirigiu e escreveu o inteligente roteiro em estórias de vidas com peculiaridades próprias de cada sentido: o tato (da massagista), o paladar (da confeiteira e o italiano), o olfato (do faxineiro), a audição (do médico) e a visão (dos jovens voyeurs). A melhor prova da presença de Hopper no filme é a decoração dos ambientes por onde a câmera transita suavemente acompanhada pela música renascentista de Dowland e Purcell.
A sinópse acima está completamente equivocada.
Onde eu aperto para assistir?
Título e sinopse totalmente inapropriados! O filme é muito mais sobre as vidas interconectadas dos personagens, do que uma análise dos cinco sentidos. Além do quê, os dilemas soam desinteressantes e/ou artificiais, eliminando qualquer tipo de empatia.