O filme, típico do cinema da pornochanchada, é dividido em três histórias de "mansos": "A B... de Ouro", "O Homem de Quatro Chifres", e "O Homem, a Mulher e o Etc...".
- três historinhas que conseguem entregar o humor na medida certa, sem apelar tanto - a primeira é uma piada contada por um tiozão filmada, na segunda eu jurava que já tinha visto aquele armando em algum lugar, mas assustei quando vi que era o paulo coelho. a terceira escorrega mas tem momentos bem engraçados
A primeira história, "A B... de Ouro", é a melhor, bem humorada e crítica, além de ter no elenco a maravilhosa Sandra Bréa, que faz a linda, loira e hipnótica esposa do velhote Lewgoy. É divertido e tem bom desfecho. A segunda, "O Homem de Quatro Chifres", que tem no elenco figuras bem famosas das novelas, como Ary Fontoura e Eloísa Mafalda, demora um pouco a deslanchar. Já a terceira, "O Homem, a Mulher e o Etc...", tem algumas coisas engraçadas mas é apenas razoável e meio chata. O melhor é a beleza da loira Pepita Rodrigues.
já tinha lido uma vez que carioca não sabia fazer pornochanchada e é realmente bem diferente da paulista. a divisão em histórias e as temáticas seguem os moldes, mas de resto cai no humor pastelão. a primeira história (com o lewgoy) é a melhor de todas porque consegue ser provocadora e crítica do período econômico do brasil, realmente muito boa. a segunda é muito tosca e cansativa, vale pelo ary fontoura mas o italiano fake não dá. a última é bem divertida, a noitada 70s (com direito a led zeppelin) é muito boa e os figurinos (e gírias) dos personagens são muito cool. mesmo sendo bem problemático em muitos pontos, é engraçado como todo mundo é corno e vida que segue
Não tinha reconhecido o Paulo Coelho no segundo episódio (kkkk), de longe, o que menos apreciei. O melhor, sem dúvidas, é o inicial, divertido em seus exageros e sarcástico em seu desfecho contra a retroalimentador da perfídia adúltera de ordem economicista. O terceiro episódio, por sua vez, tem alguns problemas de ritmo, mas é muito interessante em seu compêndio de fracassos machistas, contando com boas participações de Aurélio Teixeira e Pepita Rodrigues. Um filme equivocado, como o subgênero e o contexto ditatorial (aqui ignorado) obrigam, mas com bons momentos. (WPC>)
- três historinhas que conseguem entregar o humor na medida certa, sem apelar tanto
- a primeira é uma piada contada por um tiozão filmada, na segunda eu jurava que já tinha visto aquele armando em algum lugar, mas assustei quando vi que era o paulo coelho. a terceira escorrega mas tem momentos bem engraçados
A primeira história, "A B... de Ouro", é a melhor, bem humorada e crítica, além de ter no elenco a maravilhosa Sandra Bréa, que faz a linda, loira e hipnótica esposa do velhote Lewgoy. É divertido e tem bom desfecho.
A segunda, "O Homem de Quatro Chifres", que tem no elenco figuras bem famosas das novelas, como Ary Fontoura e Eloísa Mafalda, demora um pouco a deslanchar.
Já a terceira, "O Homem, a Mulher e o Etc...", tem algumas coisas engraçadas mas é apenas razoável e meio chata. O melhor é a beleza da loira Pepita Rodrigues.
já tinha lido uma vez que carioca não sabia fazer pornochanchada e é realmente bem diferente da paulista. a divisão em histórias e as temáticas seguem os moldes, mas de resto cai no humor pastelão. a primeira história (com o lewgoy) é a melhor de todas porque consegue ser provocadora e crítica do período econômico do brasil, realmente muito boa. a segunda é muito tosca e cansativa, vale pelo ary fontoura mas o italiano fake não dá. a última é bem divertida, a noitada 70s (com direito a led zeppelin) é muito boa e os figurinos (e gírias) dos personagens são muito cool. mesmo sendo bem problemático em muitos pontos, é engraçado como todo mundo é corno e vida que segue
Muito engraçado,despretencioso,.
Não tinha reconhecido o Paulo Coelho no segundo episódio (kkkk), de longe, o que menos apreciei. O melhor, sem dúvidas, é o inicial, divertido em seus exageros e sarcástico em seu desfecho contra a retroalimentador da perfídia adúltera de ordem economicista. O terceiro episódio, por sua vez, tem alguns problemas de ritmo, mas é muito interessante em seu compêndio de fracassos machistas, contando com boas participações de Aurélio Teixeira e Pepita Rodrigues. Um filme equivocado, como o subgênero e o contexto ditatorial (aqui ignorado) obrigam, mas com bons momentos. (WPC>)