Garoto de 12 anos descobre que o responsável pela eterna bagunça de seu quarto é o monstrinho que mora debaixo de sua cama. Os dois se tornam amigos e a endiabrada criaturinha leva o menino para conhecer o seu mundo.
É um bom filme, apesar de um começo um pouco maçante. As coisas se desenrolam melhor conforme a história avança, especialmente em seu final, que traz mais ritmo e emoção. Ainda assim, talvez o resultado geral fosse mais satisfatório se o filme fosse um pouco mais curto, já que em certos momentos a narrativa parece se alongar sem necessidade. Brian é um protagonista simpático, corajoso e cheio de qualidades, com um espírito curioso que combina bem com a proposta da história. Seu irmão Eric, por outro lado, é bem fofinho e conquista pela inocência e doçura. É interessante lembrar que os dois, Fred e Ben Savage, são irmãos também na vida real, o que ajuda bastante na química e na naturalidade das interações entre eles.
Maurice, o monstrinho interpretado por Howie Mandel, é um personagem carismático, mas que no início pode soar um pouco irritante. Ele é hiperativo, fala sem parar e tenta forçar simpatia o tempo todo, o que o torna “bem chatão” nas primeiras cenas. Com o passar do tempo, no entanto, o público se acostuma com o seu jeito, e ele acaba se mostrando uma figura divertida e até afetuosa, com suas próprias qualidades.
“Os Monstrinhos” é aquele tipo clássico de filme com cara de Sessão da Tarde: leve, fantasioso e com uma mensagem sobre amizade, coragem e o poder da imaginação. Apesar de não causar medo nem em crianças — mesmo com a presença dos monstros —, ele desperta uma sensação de magia e aventura, fazendo o espectador pensar em um mundo secreto e divertido escondido sob as camas, como Maurice comenta em certo momento. Essa ideia funciona especialmente bem quando se é criança, pois reflete a forma como a infância enxerga o impossível com naturalidade. Já na vida adulta, esse encanto se perde, e o filme até parece uma lembrança de tempos mais simples, quando a imaginação podia transformar o medo em diversão.
Um ponto curioso é que o roteiro tenta abordar o relacionamento dos pais de Brian e Eric, que passam por uma crise conjugal. Contudo, esse tema acaba sendo deixado de lado, sem um desfecho real ou uma reflexão mais profunda — parece ter sido colocado apenas para preencher espaço e dar um ar de “drama familiar”, mas sem desenvolvimento.
Ainda assim, essa tentativa de mostrar uma família comum enfrentando dificuldades adiciona uma camada humana à fantasia do enredo.
No fim, “Os Monstrinhos” é uma mistura de aventura e fantasia infantil, com um toque de humor e um pouquinho de emoção. Apesar de seus defeitos, é um filme simpático, que transmite uma boa energia e deixa um sentimento nostálgico, especialmente para quem cresceu assistindo produções desse estilo.
Maurice é um monstro gente boa mas ele n consegue enxergar qdo força a barra e aí começa a encher o saco até vc pegar na merda e ele achar graça e vc se revoltar, aí é chatão.
É até estranho q os monstrinhos tinham a missão de fazer oq a criança quisesse e por incompetência da extrema insistência do Maurice de novas brincadeiras sem noção, o Brian desistiu do Maurice e prejudicou a missão dos monstros assustar o bebê e a hierarquia foi ameaçada e aí o monstrão corcunda teve q fazer algo mais hardcore de raptar o Eric. E pelo menos o Maurice ter forçado a barra muitas vezes acho q ele aprendeu no final
É um bom filme, apesar de um começo um pouco maçante. As coisas se desenrolam melhor conforme a história avança, especialmente em seu final, que traz mais ritmo e emoção. Ainda assim, talvez o resultado geral fosse mais satisfatório se o filme fosse um pouco mais curto, já que em certos momentos a narrativa parece se alongar sem necessidade. Brian é um protagonista simpático, corajoso e cheio de qualidades, com um espírito curioso que combina bem com a proposta da história. Seu irmão Eric, por outro lado, é bem fofinho e conquista pela inocência e doçura. É interessante lembrar que os dois, Fred e Ben Savage, são irmãos também na vida real, o que ajuda bastante na química e na naturalidade das interações entre eles.
Maurice, o monstrinho interpretado por Howie Mandel, é um personagem carismático, mas que no início pode soar um pouco irritante. Ele é hiperativo, fala sem parar e tenta forçar simpatia o tempo todo, o que o torna “bem chatão” nas primeiras cenas. Com o passar do tempo, no entanto, o público se acostuma com o seu jeito, e ele acaba se mostrando uma figura divertida e até afetuosa, com suas próprias qualidades.
“Os Monstrinhos” é aquele tipo clássico de filme com cara de Sessão da Tarde: leve, fantasioso e com uma mensagem sobre amizade, coragem e o poder da imaginação. Apesar de não causar medo nem em crianças — mesmo com a presença dos monstros —, ele desperta uma sensação de magia e aventura, fazendo o espectador pensar em um mundo secreto e divertido escondido sob as camas, como Maurice comenta em certo momento. Essa ideia funciona especialmente bem quando se é criança, pois reflete a forma como a infância enxerga o impossível com naturalidade. Já na vida adulta, esse encanto se perde, e o filme até parece uma lembrança de tempos mais simples, quando a imaginação podia transformar o medo em diversão.
Um ponto curioso é que o roteiro tenta abordar o relacionamento dos pais de Brian e Eric, que passam por uma crise conjugal. Contudo, esse tema acaba sendo deixado de lado, sem um desfecho real ou uma reflexão mais profunda — parece ter sido colocado apenas para preencher espaço e dar um ar de “drama familiar”, mas sem desenvolvimento.
No fim, “Os Monstrinhos” é uma mistura de aventura e fantasia infantil, com um toque de humor e um pouquinho de emoção. Apesar de seus defeitos, é um filme simpático, que transmite uma boa energia e deixa um sentimento nostálgico, especialmente para quem cresceu assistindo produções desse estilo.
Assistido em 22/10/2025
Maurice é um monstro gente boa mas ele n consegue enxergar qdo força a barra e aí começa a encher o saco até vc pegar na merda e ele achar graça e vc se revoltar, aí é chatão.
Sessão da tarde fantástica.
É até estranho q os monstrinhos tinham a missão de fazer oq a criança quisesse e por incompetência da extrema insistência do Maurice de novas brincadeiras sem noção, o Brian desistiu do Maurice e prejudicou a missão dos monstros assustar o bebê e a hierarquia foi ameaçada e aí o monstrão corcunda teve q fazer algo mais hardcore de raptar o Eric.
E pelo menos o Maurice ter forçado a barra muitas vezes acho q ele aprendeu no final
Ameei o filme. Talvez assistido na infância seria ainda mais incrível. Mas é um ótimo filme nostálgico. Bem cara dos anos 80.
Esse monstro é insuportável, desisti do filme poucos minutos depois dele aparecer.