Bill Cosby e Robert Culp ("I Spy") estão unidos novamente como olhos privados neste "noir" de Walter Hill. Procurando por uma menina desaparecida, eles se encontram envolvidos com criminosos cruéis e precipitando uma série de mortes.
Bom filme policial do início dos anos 70, pouco visto, mas que me agradou. A história tem aqueles velhos clichês do gênero, mas é bastante movimentado e tem bons momentos de ação. Ainda tem cara de episódio piloto de alguma Série que não vingou. Mesmo assim, acredito que vale ser conhecido.
Drama policial neo-noir raro e esquecido da maioria do público que precisa ser redescoberto. É bem movimentado, intenso, existencial e melancólico, típico dos anos 70. Curioso ver o comediante Bill Cosby em um papel atípico em sua carreira ao lado do versátil Robert Culp (1930-2010),
como uma dupla de detetives que corre atrás dos bandidos (literalmente), persegue eles de carro e se envolvem em tiroteios nos lugares mais improváveis possíveis.
A esposa de Boggs, Edith, foi interpretada pela então esposa de Culp, Sheila Sullivan. Este foi o primeiro crédito de Walter Hill como roteirista. Hill disse mais tarde que esperava que os papéis principais fossem interpretados por Jason Robards e Strother Martin, em vez da popular equipe de TV de Robert Culp e Bill Cosby mas, mais tarde, ele disse que achou o filme que eles fizeram estava ok. Foi o único filme de ficção dirigido pelo ator Robert Culp. Michael Moriarty e James Woods fizeram participações especiais em início de carreira.
Dois detetives particulares, Al Hickey e Frank Boggs, não tiveram uma carreira brilhante demais. Quase todos os casos que eles resolveram não tiveram muito significado, mas agora eles são apresentados com uma grande oportunidade de serem famosos. Como poderia ser menos, tudo será complicado incrivelmente, pois ambos estão desesperados o suficiente para aceitar qualquer caso, desde que sejam pagos.
Uma dupla de detetives na pior é contratada por um pedófilo para encontrar uma mulher desaparecida. só que ela está envolvida com um dinheiro roubado da máfia, o que coloca os dois em rota de colisão com um trio de mercenários a procura da mulher e do dinheiro. O roteiro do Walter Hill não é dos melhores, o que não é muito auxiliado pela direção amadora do Culp. Algumas cenas, como a final, parecem ter servido de inspiração para o Máquina Mortífera do Donner.
Assisti em 15/05/1976, sábado, no canal 10 (TV Difusora, hoje Band), em Super Inéditos Difusora.
Bom filme policial do início dos anos 70, pouco visto, mas que me agradou. A história tem aqueles velhos clichês do gênero, mas é bastante movimentado e tem bons momentos de ação. Ainda tem cara de episódio piloto de alguma Série que não vingou. Mesmo assim, acredito que vale ser conhecido.
Drama policial neo-noir raro e esquecido da maioria do público que precisa ser redescoberto. É bem movimentado, intenso, existencial e melancólico, típico dos anos 70. Curioso ver o comediante Bill Cosby em um papel atípico em sua carreira ao lado do versátil Robert Culp (1930-2010),
como uma dupla de detetives que corre atrás dos bandidos (literalmente), persegue eles de carro e se envolvem em tiroteios nos lugares mais improváveis possíveis.
A esposa de Boggs, Edith, foi interpretada pela então esposa de Culp, Sheila Sullivan. Este foi o primeiro crédito de Walter Hill como roteirista. Hill disse mais tarde que esperava que os papéis principais fossem interpretados por Jason Robards e Strother Martin, em vez da popular equipe de TV de Robert Culp e Bill Cosby mas, mais tarde, ele disse que achou o filme que eles fizeram estava ok. Foi o único filme de ficção dirigido pelo ator Robert Culp. Michael Moriarty e James Woods fizeram participações especiais em início de carreira.
Dois detetives particulares, Al Hickey e Frank Boggs, não tiveram uma carreira brilhante demais. Quase todos os casos que eles resolveram não tiveram muito significado, mas agora eles são apresentados com uma grande oportunidade de serem famosos. Como poderia ser menos, tudo será complicado incrivelmente, pois ambos estão desesperados o suficiente para aceitar qualquer caso, desde que sejam pagos.
Esperava mais, mas tem seus momentos!
Uma dupla de detetives na pior é contratada por um pedófilo para encontrar uma mulher desaparecida. só que ela está envolvida com um dinheiro roubado da máfia, o que coloca os dois em rota de colisão com um trio de mercenários a procura da mulher e do dinheiro. O roteiro do Walter Hill não é dos melhores, o que não é muito auxiliado pela direção amadora do Culp. Algumas cenas, como a final, parecem ter servido de inspiração para o Máquina Mortífera do Donner.