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1970. Durante um ritual uma indiazinha é salva por um pajé graças aos poderes mágicos do Kambô, um talismã em forma de sapo que é cobiçado por Pierre Caiman (Lúcio Mauro Filho). Ao tentar capturar o talismã Pierre fere o pajé, que lhe roga uma maldição: diariamente nascerá uma escama sobre seu corpo até que se torne um homem-jacaré. Auxiliada por um explorador, a indiazinha foge pela mata com o talismã. Já em 2006, no Rio de Janeiro, o casal Magali (Denise Fraga) e Beto (Antônio Calloni) discutem onde serão as férias de Bena (Miguel Rômulo) e Lulu (Maria Mariana Azevedo), seus filhos. A menina, após uma crise de sonambulismo, revela que tem sonhos com o tio Maneco (Flávio Migliaccio), que faz parte da infância do pai. Ela mesma define o local onde passará as férias com o irmão, após mostrar o site do acampamento Coração da Mata. Nele está Maneco e o índio Kalu (Patrick de Oliveira), que são atacados quando as crianças estão para chegar. Maneco troca o talismã por um falso, antes que Pierre tome posse dele, e foge. Enquanto isso Bena e Lulu se preparam para a viagem, juntamente com o amigo Macarrão (Rafael Ciani) e com Escarlete (Heloísa Périssé), uma muambeira de Copacabana que está em fuga e se disfarçou como monitora de colônia de férias.
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Me lembro que assisti esse filme quando criança e eu fiquei frustrado com o final, que perda de tempo
Um bom divertimento, bem infanto juvenil e cheio de aventuras e bons personagens, entretem e traz um bom cenário central a história, tudo alinhado a um bom recado pra natureza.
Quando era criança lembro de ter odiado esse filme, foi a primeira vez que senti uma vergonha alheia de estar assistindo algo tão ruim kkk
Não é um grande filme e não merecia esta nota baixa. Além disso, achei que teria mais votos, achei que tinha feito parte da infância de mais gente. Só hoje, mil anos depois de ter visto pela primeira vez, eu fiquei sabendo que é uma continuação de uma série de filmes e episódios envolvendo o tal tio Maneco, interpretado aqui pelo mesmo ator da década de 70. Os efeitos sã ruins, a história não tem muito ritmo e há vários absurdos que talvez dê para relevar por ser um filme infantil (bom, querendo ou não os absurdos são elegantemente explicados no final). O Tuco como vilão funciona, pois ele interpreta o homem-jacaré de forma completamente caricata, bem condizente com um vilão típico de um filme infantil. Enfim, é até divertidinho, apesar da ausência de um roteiro mais sólido.
Nota: 6.9.
P.S.: Ela é muito gata, cara!
definitivamente entra na lista dos filmes subestimados pelo oscar 👍