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Balam (George Chakiris) é o filho do governante dos maias. Quando seu pai é morto em uma batalha, Balam torna-se o sucessor. Ele lidera seus seguidores, navegando para uma região costeira no Golfo do México para escapar de Hunac Kell (Leo Gordon) e seus comandados. Após uma dura travessia, eles chegam em terra firme. Entretanto o novo lar dos maias já é a província de uma tribo índia hostil, governada por Águia Negra (Yul Brynner), que ataca sozinho Balam mas acaba sendo feito prisioneiro para ser oferecido em sacrifício. Uma jovem mulher, Ixchel (Shirley Anne Field), que chegou com os maias, ajuda a tratar dos ferimentos de Águia Negra, que está mais forte. Porém a hora de ser sacrificado está próxima, apesar de Balam nunca ter aprovado os sacrifícios. Apenas na véspera Águia Negra sabe do seu destino, mas como pode pedir qualquer coisa decide que quer passar a noite com Ixchel. Quando ela chega diz que ele não quer demonstrar seu amor, mas seu ódio. Logo acontecerão várias coisas que irão influenciar o destino destas duas culturas.
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Drama de aventura histórica em DeLuxe Color da The Mirisch Corporation e United Artists. As filmagens ocorreram em Chichén Itzá, em Yucatán, Mazatlán, em Sinaloa, e na Cidade do México, México.
Originalmente filmado com o título “The mound builders”, foi uma grande decepção crítica e financeira. O filme mostra os maias desembarcando no que hoje é o Texas. Algumas cenas importantes foram realmente filmadas na pirâmide de Chichen Itza. O filme marcou o 2° projeto que J. Lee Thompson (1914-2002) concluiu com Yul Brynner (1920-1985) em um ano – o outro sendo Taras Bulba (62).
Uma história ultrajante e imprecisa, esta visão de Hollywood sobre as culturas pré-colombianas é digna de atenção, não por seu enredo sem brilho, mas pela configuração que envolve a migração do povo maia para além do Golfo do México. De alguma forma, existem fronteiras contemporâneas e eles acabam no Texas encontrando índios das planícies. Mesmo que irregular, só a presença de Brynner torna o filme obrigatório, além da bela Shirley Anne Field como Ixchel. O filme mostra o conflito de duas culturas quando encontram um índio iroquês, o Chefe Águia Negra.
Gostei do filme pois ver Yul Brynner e sua interpretação como aquele índio amei e a cena que ele é trazido para dentro amarrado como um animal foi épica
Em termos de direção e produção esse filme tem as suas falhas. O ritmo volta e meia ameaça cair e as cenas de batalha onde mesmo nos confrontos mais violentos não se derrama uma gota de sangue não convencem muito. Ainda merece ser visto por trazer uma boa história que entrega uma bela mensagem de paz e tolerância entre os povos e algumas cenas grandiosas envolvendo um grande número de atores e figurantes.
E aqui estou eu novamente falando desse Diretor, que aqui J. Lee Thompson fez um filme de orçamento muito baixo, mais se mostrou muito competente dirigindo um filme nessa escala me lembrei dos Diretores Roger Corman e George Sherman que são especialista em filmes com orçamentos baixo. Gostei muito da trilha sonora do Elmer Bernstein.
Mais um bom do filme do J. Lee Thompson, com ótima trilha sonora e boa atuação do Yul Brynner. O George Chakiris não convence muito interpretando um maia, e o lance do personagem do
Yul Brynner morrer no final