Em Paris, na França, uma duquesa louca, obcecada com a manutenção de sua juventude, faz o seu amante cientista matar várias mulheres e drenar o sangue para seu uso, enquanto um jornalista procura desvendar os crimes. É considerado o primeiro horror italiano sonorizado.
Gostei muito do filme, em todos os aspectos. Ainda mais por se tratar de um filme da década de 50.
Esperava apenas um final melhor para a duquesa. Achei a atuação da Gianna Maria Canale muito boa. Logo, achei que haveria uma morte mais dramática, tanto quanto o dilema dela. Enfim... E entre o Ronald e o Pierre, eu ficaria num "tanto faz" infinito. haha
Assistido em 10 de Junho de 2023.
Fui conhecer esse filme apenas hoje, veio junto num digipack da Versátil qual comprei. Que boa surpresa!
O filme é sombrio e vem com ótimo clima de suspense, apesar de se tratar de um horror. E vale lembrar que esse foi o primeiro terror lançado na Itália, desde o cinema mudo.
O elenco é espetacular também!
O extras desse desse digipack são bem bacana, tem um bate papo com o Bava que é demais! Ele ensina os truques e efeitos desse longa, inclusive truque de transformação da Giselle. São efeitos super simples, mas muito inteligentes e funcionam!
Tem muito mais valor pela assinatura de Mario Bava (na direção e na fotografia) do que pela execução em si. O talento de Bava, os cenários e a ambientação do castelo são qualidades, mas os personagens são bem pouco envolventes.
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Me pareceu mais uma história voltada pra aquela condessa que se banhava no sangue das moças do que um filme de vampiro.
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A história em si é previsível, mas há algo de muito estiloso na encenação, caracterizando o que viria ser o estilo do co-diretor Mario Bava, que é um esteta mui elogiável, mas que, por conta dos orçamentos parcos e/ou das idéias apressadas, peca pelo desenvolvimento não muito depurado dos roteiros, que apresenta má composição de personagens e situações pouco críveis. Mas diverte, impressiona, faz-nos refletir sobre nossas próprias ações (esta é uma das funções do gênero terror, inclusive). Minha mãe gostou muito mais do que eu! (risos) - WPC>
Com uma produção conturbada, "Os Vampiros" marca a estreia de Mario Bava na direção, um cineasta que viria a ser um dos mestres do horror trash italiano. Com uma história medíocre, o filme chama a atenção mais por algumas qualidades técnicas como a bonita e bastante iluminada fotografia em preto e branco, e as sequências de transformação que surpreendem para um filme B da década de 50. Um passatempo morno de terror/sci-fi.