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Sinopse
Alexander, Boris e Vasily são três amigos de infância que mal se vêm. Os três resolvem embarcar em uma viajem há muito tempo planejada: Descer o rio Volga em uma jangada. Durante a viajem os três acabam se reaproximando.
Fui assistir esperando ver magníficos planos-sequencia e travellings como os que o diretor Kalatozov realizou em seus filmes posteriores Quando Voam as Cegonhas (1958), A Carta que Não se Enviou (1960) e Eu Sou Cuba (1964) mas me decepcionei. A direção é bem mais contida. O humor também envelheceu mal. Resta a impecável fotografia na versão restaurada lançada em DVD pela CPC.
É um filme leve, divertido, mas que não é "vazio": as lições passadas são interessantes e tem um sentido e contexto social, são úteis de fato, uma vez que derivam de críticas à burocracia soviética. Muito bom
Fiquei surpreso com o lançamento em DVD dessa aventura soviética clássica, nunca antes trazida ao Brasil, agora disponível pela CPC-Umes Filmes numa cópia extremamente bonita, decente para ter na coleção. A qualidade de imagem e som se dá pela restauração realizada pela Mosfilm, o estúdio mais antigo da Europa, em atividade na Rússia desde 1920. Aliás, a maioria dos filmes em DVD que a CPC-Umes distribui passam pelo grandioso restauro da Mosfilm, que desenvolve um projeto de preservação da obra cinematográfica e pensando no público final, os colecionadores, que terão acesso a uma cópia à altura. “Amigos verdadeiros” tem ingredientes infalíveis para uma sessão de caloroso entretenimento: aventura com desdobramentos incríveis, humor inteligente com sacadas maneiras, belíssimas locações pelo rio Volga (o maior da Europa, que corta a Rússia de ponta a ponta em seus mais de 3,5 mil quilômetros) e peripécias marcantes. O roteiro é amarrado, divertido, que celebra a alegre história de amizade de um trio de personagens que se conhecem desde crianças, e agora, formados e com família feita, deixam tudo de lado para realizarem uma façanha inimaginável, e desse modo cumprirem uma velha promessa. Obra notória do diretor Mikhail Kalatozov, cineasta de clássicos soviéticos como o vencedor da Palma de Ouro “Quando voam as cegonhas” (1957), do também indicado à Palma de Ouro “A carta que não se enviou” (1960) e do premiado “Eu sou Cuba” (1964). Procure conhecer essa raridade muito legal do cinema da extinta URSS. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web
Apesar de ser uma ode ao coletivo e uma fulminante propaganda pró regime soviético, tem lá algum valor, nada muito preciosos!
Fui assistir esperando ver magníficos planos-sequencia e travellings como os que o diretor Kalatozov realizou em seus filmes posteriores Quando Voam as Cegonhas (1958), A Carta que Não se Enviou (1960) e Eu Sou Cuba (1964) mas me decepcionei. A direção é bem mais contida. O humor também envelheceu mal. Resta a impecável fotografia na versão restaurada lançada em DVD pela CPC.
É um filme leve, divertido, mas que não é "vazio": as lições passadas são interessantes e tem um sentido e contexto social, são úteis de fato, uma vez que derivam de críticas à burocracia soviética. Muito bom
Fiquei surpreso com o lançamento em DVD dessa aventura soviética clássica, nunca antes trazida ao Brasil, agora disponível pela CPC-Umes Filmes numa cópia extremamente bonita, decente para ter na coleção. A qualidade de imagem e som se dá pela restauração realizada pela Mosfilm, o estúdio mais antigo da Europa, em atividade na Rússia desde 1920. Aliás, a maioria dos filmes em DVD que a CPC-Umes distribui passam pelo grandioso restauro da Mosfilm, que desenvolve um projeto de preservação da obra cinematográfica e pensando no público final, os colecionadores, que terão acesso a uma cópia à altura.
“Amigos verdadeiros” tem ingredientes infalíveis para uma sessão de caloroso entretenimento: aventura com desdobramentos incríveis, humor inteligente com sacadas maneiras, belíssimas locações pelo rio Volga (o maior da Europa, que corta a Rússia de ponta a ponta em seus mais de 3,5 mil quilômetros) e peripécias marcantes. O roteiro é amarrado, divertido, que celebra a alegre história de amizade de um trio de personagens que se conhecem desde crianças, e agora, formados e com família feita, deixam tudo de lado para realizarem uma façanha inimaginável, e desse modo cumprirem uma velha promessa.
Obra notória do diretor Mikhail Kalatozov, cineasta de clássicos soviéticos como o vencedor da Palma de Ouro “Quando voam as cegonhas” (1957), do também indicado à Palma de Ouro “A carta que não se enviou” (1960) e do premiado “Eu sou Cuba” (1964). Procure conhecer essa raridade muito legal do cinema da extinta URSS.
POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web