Produção inglesa indicada a 4 estatuetas no Oscar: melhor ator, Laurence Olivier (1907-1989), melhor ator coadjuvante, Frank Finlay (1926-2016), melhor atriz coadjuvante, Joyce Redman (1915-2012), e melhor atriz coadjuvante, Maggie Smith; no Globo de Ouro, mais 4 nomeações: melhor filme de língua estrangeira, melhor atriz de drama, Maggie Smith, melhor atriz coadjuvante, Joyce Redman, e melhor ator coadjuvante, Frank Finlay. Teatro filmado com montagem do National Theatre, que é uma adaptação do drama homônimo de Shakespeare, um trabalho sobre o ciúme, que a paixão é capaz de corroer o espírito dos homens.
É o reflexo da alma humana, tecida dos mais puros e vis sentimentos, desejos e paixões. Othello, um nobre Capitão mouro do exército veneziano, e Desdêmona, a filha de Brabantio, um aristocrata velho e conservador, são obrigados a defender o seu amor por todos. Quando Othello parte para Chipre para lutar contra os turcos, Yago, seu servo, movido por desejos sombrios, começa a tecer o enredo que irá desencadear a tragédia. Yago é covarde, invejoso e ignóbil, então ele deseja acabar com a felicidade de seu mestre.
Entre curtas, longas e adaptações feitas para o cinema ou TV, cerca de mais de 50 filmes já foram realizados sobre esse personagem de Shakespeare. Curioso é que é um filme de quase 3 horas sem filmagens externas, apenas com cenários cenográficos.
Se eu disser q ñ me incomodou em algum momento a maquiagem p/ Othello estarei mentindo, porém devo admitir q msm q estive pintado de verde, ñ há qq motivo p/ desmerecer a atuação magistral do talentoso L. Olivier. Q ator fantástico!!
Não dá para aceitar que, em meados da década de 60, um ator consagrado do naipe de Laurence Olivier apelaria para o recurso do blackface. E isto é impossível dissocar desta adaptação, tal como o design de produção desinteressante e a-cinematográfico; o que salva a adaptação são mesmo as grandes atuações, em especial de Frank Finlay como Iago.
Gostei tanto das atuações e dos cenários, mas o blackface compromete muito.
Produção inglesa indicada a 4 estatuetas no Oscar: melhor ator, Laurence Olivier (1907-1989), melhor ator coadjuvante, Frank Finlay (1926-2016), melhor atriz coadjuvante, Joyce Redman (1915-2012), e melhor atriz coadjuvante, Maggie Smith; no Globo de Ouro, mais 4 nomeações: melhor filme de língua estrangeira, melhor atriz de drama, Maggie Smith, melhor atriz coadjuvante, Joyce Redman, e melhor ator coadjuvante, Frank Finlay. Teatro filmado com montagem do National Theatre, que é uma adaptação do drama homônimo de Shakespeare, um trabalho sobre o ciúme, que a paixão é capaz de corroer o espírito dos homens.
É o reflexo da alma humana, tecida dos mais puros e vis sentimentos, desejos e paixões. Othello, um nobre Capitão mouro do exército veneziano, e Desdêmona, a filha de Brabantio, um aristocrata velho e conservador, são obrigados a defender o seu amor por todos. Quando Othello parte para Chipre para lutar contra os turcos, Yago, seu servo, movido por desejos sombrios, começa a tecer o enredo que irá desencadear a tragédia. Yago é covarde, invejoso e ignóbil, então ele deseja acabar com a felicidade de seu mestre.
Se eu disser q ñ me incomodou em algum momento a maquiagem p/ Othello estarei mentindo, porém devo admitir q msm q estive pintado de verde, ñ há qq motivo p/ desmerecer a atuação magistral do talentoso L. Olivier. Q ator fantástico!!
Não dá para aceitar que, em meados da década de 60, um ator consagrado do naipe de Laurence Olivier apelaria para o recurso do blackface. E isto é impossível dissocar desta adaptação, tal como o design de produção desinteressante e a-cinematográfico; o que salva a adaptação são mesmo as grandes atuações, em especial de Frank Finlay como Iago.
O Laurence Olivier faz papel de negro? Não existia um ator negro na época que pudesse fazer o papel?