Filme com uma proposta muito interessante mas que acaba se perdendo, ao meu ver. Não vi química alguma e deveriam ter corrigido essa sinopse, pois ela é Bi e não lésbica. Achei nada a ver a relação dela com aquele cara, sem sentido mesmo.
Belíssimo filme, a sinopse é que nos espanta. Parece que a única economia capaz de vencer a economia do sistema é, de fato, a economia do amor. Amor, paixão desejo, tb, são feitos de investimentos: o investimento amoroso, o investimento libidinal, o investimento do ser enquanto desejante... O filme retrata uma geração (a nossa geração) consumida pelo sistema e nos mostra essa desesperança econômica que, possivelmente, os europeus sentem/enfrentam no momento (todos nós sentimos, uns mais, outros menos não importa o lugar do mundo). Mas, os franceses, como bons e eternos enamorados, continuam acreditando no amor, apesar de tudo. Sem exagero, um baita filme. A primeira cena que abre o filme, é fantástica, a partir dela, só dela, já podemos pensar o mundo em que vivemos.
Que filminho maneiro, tanta coisa interessante ali mesmo com toda a simplicidade da produção e da narrativa....adorei!!!
não consegui ver o filme todo, achei meio parado, mas os diálogos são bem profundos e sensíveis, vale a pena tentar ver depois.
Filme com uma proposta muito interessante mas que acaba se perdendo, ao meu ver. Não vi química alguma e deveriam ter corrigido essa sinopse, pois ela é Bi e não lésbica. Achei nada a ver a relação dela com aquele cara, sem sentido mesmo.
"Tive um acidente com minha bicicleta. Pedi carona até aqui."
Belíssimo filme, a sinopse é que nos espanta.
Parece que a única economia capaz de vencer a economia do sistema é, de fato, a economia do amor. Amor, paixão desejo, tb, são feitos de investimentos: o investimento amoroso, o investimento libidinal, o investimento do ser enquanto desejante... O filme retrata uma geração (a nossa geração) consumida pelo sistema e nos mostra essa desesperança econômica que, possivelmente, os europeus sentem/enfrentam no momento (todos nós sentimos, uns mais, outros menos não importa o lugar do mundo). Mas, os franceses, como bons e eternos enamorados, continuam acreditando no amor, apesar de tudo. Sem exagero, um baita filme. A primeira cena que abre o filme, é fantástica, a partir dela, só dela, já podemos pensar o mundo em que vivemos.